sábado, 11 de julho de 2020

Megas-Sena sorteia neste sábado prêmio estimado em R$ 40 milhões

O concurso 2278 da Mega-Sena deste sábado (11) deve pagar um prêmio estimado em R$ 40 milhões aos apostadores que acertarem as seis dezenas sorteadas.

Também são premiados os que acertam a cinco e quatro números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Em cada volante devem ser marcados de seis 6 a 15.

A aposta mínima, com seis números, custa R$ 4,50. A mais cara, com 15 dezenas, sai por R$ 22.522,50.

Os jogos podem ser feitos das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h.

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Renegociação de aluguéis comerciais atingiu 60% na Lello em meio à crise

A crise econômica fez com que muitos inquilinos procurassem os proprietários dos imóveis onde moram ou têm o seu pequeno comércio na tentativa de renegociar o valor do aluguel. A imobiliária Lello intermediou o equivalente a 12 milhões de reais em renegociações – entre descontos, abonos e adiamentos – desde o início da pandemia do novo coronavírus em São Paulo. Na locação residencial, os pedidos de ajustes chegaram a 27%, enquanto na comercial alcançaram 60%.

“As lojas tiveram de ser fechadas, e muitas empresas pequenas não estavam preparadas para a paralisação. Também pegou de surpresa muitos empreendedores que tinham acabado de abrir seus negócios”, afirma José Roberto de Toledo, presidente da Lello, em entrevista exclusiva à EXAME.

A partir de junho, a demanda por renegociação de aluguéis residenciais caiu 50%, um indício de que o pior da crise já passou. “Analisamos caso a caso, pois tínhamos que achar uma solução para o impacto no orçamento do locatário sem descuidar do proprietário do imóvel que precisa dessa renda.” O executivo se refere à central de negociações que foi criada para atender e avaliar caso a caso os pedidos de abonos e adiamento dos pagamentos de aluguéis. O objetivo desse time de especialistas é cuidar de todas as mediações e negociações necessárias.

Foram esses profissionais que contribuíram para que a inadimplência não se tornasse algo exorbitante. No caso dos imóveis residenciais, o número de atrasos passou de 1,07% para 2,6% em março e para 8,6% em abril. Já em junho alcançou 2,1%. “As pessoas estão conseguindo equacionar melhor os seus gastos, e a moradia é prioridade”, explica.

Por sua vez, a inadimplência nos imóveis comerciais saltou de algo entre 3% e 3,5% para 8,9% em março e para 28% em abril. “Mas também estamos vendo que está ficando sob controle.”

Outro mecanismo que contribuiu para continuidade dos negócios foi o uso de assinatura eletrônica nos contratos, que já era uma realidade na empresa há mais de quatro anos, mas que cresceu muito no período da quarentena.

Do total de transações de locação de imóveis realizadas, 94% dos contratos foram assinados digitalmente. Em relação aos de compra e vendas, essa modalidade de assinatura eletrônica chegou a 50% dos contratos. “Fizemos primeiro contrato de compra e venda de modo totalmente eletrônico.”

A transação, recém-autorizada pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), foi feita por meio da plataforma e-notariado, via videoconferência e com assinaturas digitais utilizando o certificado digital – ICP- Brasil.

 

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5 coisas que você deveria saber sobre a cobertura do FGC

Com a queda dos juros mais investidores buscam aplicações mais rentáveis e de maior risco. Especialmente em um cenário de crise econômica provocada pela pandemia, é importante conhecer as regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante o pagamento do dinheiro investido em alguns títulos bancários caso a instituição financeira tenha problemas para honrar com seus compromissos financeiros.

Isso porque o FGC tem limitações tanto em relação a recursos, títulos e prazos para pagamento dos valores, pois não foi feito para ser uma garantia absoluta. “Assim como você não deve comprar um carro pensando no seguro, não invista em um banco contando apenas com o FGC. O segredo para realizar um bom investimento em títulos privados é o estudo da relação risco-retorno-liquidez”, diz o especialista em renda fixa da EXAME Research, Odilon Costa.

Entidade privada e sem fins lucrativos, o FGC não possui nenhum vínculo com o governo e é financiado por todas as instituições financeiras brasileiras. Desde seu início, em 1995, foi acionado 37 vezes. A mais recente foi a liquidação extrajudicial da Dacasa Financeira. Como muitos aplicadores da financeira ficaram com temor de ir às agências dos bancos em meio à pandemia, única forma de se habilitar para receber os recursos devidos, o fundo deve adiantar o lançamento de um aplicativo para simplificar o processo de habilitação. Em breve todo o procedimento poderá ser realizado de forma 100% digital.

Veja abaixo regras sobre a garantia que você precisa conhecer, esclarecidas na live da EXAME Research com Daniel Lima, CEO do FGC:

1 – A cobertura é por banco, e não corretora

O fundo cobre até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conjunto de depósitos e investimentos em cada instituição ou conglomerado financeiro, limitado ao teto de R$ 1 milhão, a cada período de 4 anos, para garantias pagas para cada CPF ou CNPJ.

Contudo, os limites consolidam aplicações realizadas através de diferentes corretoras. Ou seja, caso você invista no banco X por meio de duas ou mais corretoras, vale o montante total investido (e não o montante por corretora).

No caso das contas conjuntas, o valor da garantia é limitado a R$ 250 mil, ou ao saldo da conta quando inferior a esse limite, e o valor será dividido pelo número de titulares, pois o crédito do valor garantido é feito de forma individual.

Os principais títulos garantidos pelo FGC são:

  • Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio
  • Poupança
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário)
  • RDB (Recibo de Depósito Bancário)
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI)
  • Letras de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • Letras de Câmbio (LC);
  • Letras Hipotecárias (LH).

2 – A indenização pode demorar e não é corrigida

O tempo médio para liberação dos recursos nos últimos dez anos foi de aproximadamente três meses. Apesar do FGC divulgar um tempo médio, cada caso deve ser avaliado individualmente e não é possível generalizar. A rapidez desse processo depende muito de medidas judiciais relacionadas ao processo e dos controles da instituição devedora.

Durante o intervalo entre a falência do banco e o tempo de ressarcimento pelo FGC o investimento não rende. O limite do FGC engloba  valor investido e os rendimentos acumulados até a decretação da intervenção ou liquidação extrajudicial.

3 – Alguns títulos não são cobertos pelo FGC

Os títulos públicos não possuem a proteção do FGC, pois eles já são garantidos pelo governo federal, que é o emissor mais seguro da economia.

Os papéis emitidos por empresas (debêntures, CRI e CRA) também não possuem a garantia do FGC, pois apenas o setor bancário está exposto ao risco sistêmico. Ainda que uma empresa seja muito grande, um problema financeiro tende a ser localizado e pode, no máximo, afetar uma cadeia específica de produção (fornecedores, funcionários e credores financeiros).

No caso de papéis sem a garantia do FGC a existência ou não de garantias adicionais precisa ser estudada na escritura da emissão. Por isso, uma análise de crédito mais aprofundada da operação é necessária.

Os principais títulos bancários que não possuem a garantia adicional do FGC são:

  • Letras Financeiras (LF)
  • Letras Financeiras Subordinadas (LFSN)
  • Certificados de Operações Estruturadas (COE)

Não há garantia de recebimento de valores que estejam fora dos limites de cobertura do FGC, e pode haver rateio caso os recursos disponíveis forem insuficientes.

O primeiro passo para tentar reaver os recursos é entrar em contato com a instituição para que informe a respeito do investimento e quais os procedimentos a serem realizados.

4 – O FGC não é obrigado a pagar todos os títulos bancários que possuem a garantia

O FGC não é obrigado a devolver os valores investidos caso não possua reservas suficientes.

Em 2019 as reservas do fundo eram equivalentes a aproximadamente 2,3% do sistema (R$ 55 bilhões). Além disso, apenas metade dos recursos do fundo pode ser utilizado em uma única liquidação extrajudicial. Ou seja, caso o banco emissor do título tenha maior participação no mercado do que os valores disponíveis, não terá recursos cobertos em uma eventual quebra. O foco do fundo é ajudar bancos de pequeno e médio porte.

Os limites de atuação do FGC foram criados por uma questão de incentivos. Se todos os investimentos em bancos fossem 100% garantidos, não haveria motivos para distingui-los sob a ótica de risco. Além disso, os administradores das instituições também teriam incentivos para emprestar dinheiro sem fazer uma análise de crédito rigorosa dos seus clientes.

5 – O FGC pode garantir valores superiores aos limites

Existe um título que possui um limite superior. O Depósito a Prazo com Garantia Especial (DPGE), conhecido como “CDB turbinado” é um papel criado pelo Conselho Monetário Nacional e registrado pela B3 que possui uma identificação específica.

Na prática o DPGE é similar a um CDB, porém o investimento mínimo é de R$ 1 milhão e o prazo mínimo é de 6 meses. Não há possibilidade de venda ou resgate antecipado. Os DPGE possuem preferência sobre os demais títulos que possuem a garantia do FGC no caso de acionamento do mecanismo.

Os investimentos podem ser realizados apenas por um único titular e a garantia cobre até o limite de R$ 40 milhões por CPF ou CNPJ por instituição ou conglomerado financeiro.

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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Procon-SP multa Enel por aumento de mais de 30% em contas de luz

O Procon-SP multou a distribuidora de energia elétrica Enel por má prestação de serviço. Milhares de pessoas reclamaram dos valores elevados das contas referentes aos meses de março a junho — mais de 21.000 queixas foram registradas de 1º de junho a 7 de julho.

De março a maio, sob o argumento de estado de calamidade pública, a distribuidora de energia deixou de realizar leitura presencial dos medidores, optando por fazer as cobranças desses meses pela média de consumo. A situação gerou faturamentos incorretos e transtornos aos consumidores, que tiveram de recorrer ao Procon para corrigir contas. A empresa, portanto, prestou um mau serviço e infringiu o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Além disso, para os consumidores que optaram em fazer o parcelamento dos valores questionados a fim de evitar a suspensão do serviço, a Enel impôs a assinatura de uma confissão de dívida. Por essa razão a empresa incorreu em prática abusiva.

A Enel também deixou de informar diretamente na fatura de seus clientes a opção de parcelamento dos valores e, deste modo, não forneceu informações essenciais acerca do serviço prestado — o que também desrespeita o CDC.

A multa de 10.214.983,98 reais é aplicada por meio de processo administrativo e a empresa tem direito à defesa. O valor da multa, de acordo com o CDC, é estimado com base no porte econômico da empresa, na gravidade da infração e na vantagem obtida.

O Procon-SP e o Ministério Público de São Paulo haviam se reunido com a empresa na tentativa de compor a melhor solução para os consumidores. O Procon-SP também havia notificado a empresa pedindo explicações.

A Enel Distribuição São Paulo informa que recebeu a multa informada pelo Procon-SP e que analisará o conteúdo para adotar as medidas cabíveis. A companhia acrescenta que tem prestado todos os esclarecimentos necessários ao órgão.

Uma força-tarefa conjunta entre Enel São Paulo e Procon foi criada para dar velocidade no tratamento das reclamações e, em todas que já foram avaliadas até o momento, não houve constatação de erro no processo de faturamento e cobrança da distribuidora.

A Enel Distribuição São Paulo esclarece, mais uma vez, que implementou a leitura pela média, em meio ao avanço da pandemia de covid-19, para proteger clientes e leituristas, já que a maioria dos medidores ficam dentro dos imóveis. A medida foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em junho, a companhia retomou a leitura presencial de cerca de 80% dos medidores e, em julho, todos os equipamentos de medição serão lidos normalmente pela distribuidora.

A diferença, a maior ou a menor, entre o valor faturado pela média nos últimos meses e o real consumo de energia no período está sendo lançada nas contas de energia emitidas após a retomada da leitura.

Para os imóveis que estavam fechados e clientes comerciais que consumiram menos do que o que foi cobrado pela média, todos os créditos correspondentes serão disponibilizados aos clientes.

A companhia também disponibilizou para todos os seus clientes a opção de parcelamento da conta de energia sem juros em até 10 vezes na fatura ou 12 vezes no cartão de crédito, respeitando o direito de escolha dos clientes que efetivamente desejarem parcelar a conta.

A Enel tem enviado cartas e e-mails a seus clientes informando sobre a opção de parcelamento. O parcelamento é uma alternativa, principalmente, para os clientes que receberam a conta com valor maior em junho, após a retomada da leitura presencial dos medidores. Para realizar a negociação, os clientes podem acessar o Portal de Negociação ou o aplicativo. Em caso de dúvida, o cliente pode entrar em contato com a companhia pela Central de Atendimento (0800 72 72 120).

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Caixa antecipa o pagamento do auxílio de R$ 600

A Caixa anunciou, nesta sexta-feira, 10, que antecipou o pagamento do auxílio emergencial para os beneficiários que foram aprovados no início de junho. São 2,4 milhões de pessoas que pertencem ao lote 03.

A partir de segunda-feira, os trabalhadores nascidos entre julho e setembro poderão sacar a primeira parcela. Já os nascidos entre outubro e dezembro poderão sacar de terça-feira, 14, em diante. Veja calendário abaixo:

Nascidos em Data do saque
Janeiro 6 de julho
Fevereiro 7 de julho
Março 8 de julho
Abril 9 de julho
Maio 10 de julho
Junho 11 de julho
Julho 13 de julho
Agosto 13 de julho
Setembro 13 de julho
Outubro 14 de julho
Novembro 14 de julho
Dezembro 14 de julho

Entre 16 e 17 de junho, os valores de 600 reais e 1.200 reais já haviam sido depositados para esse público na conta poupança social digital, de maneira escalonada conforme a data de aniversário do beneficiário. 

O calendário de saque em dinheiro teve início no dia 6 de julho, também de forma escalonada pelo mês de nascimento. Contudo, a previsão inicial era que ele se estendesse até o dia 18 de julho, quando os nascidos em dezembro poderiam sacar. 

Nas datas disponíveis para saque, havendo eventual saldo existente, o valor será transferido automaticamente para a conta que o beneficiário indicou, sendo poupança da Caixa ou conta em outro banco.

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PagSeguro lança CDB com liquidez diária que rende 100% do CDI

O PagSeguro PagBank anunciou, nesta sexta-feira, 10,  o lançamento do CDB com liquidez diária com rendimento de 100% do CDI. A aplicação mínima é de 500 reais e deve ser feita pelo app da empresa. 

O CDB PagBank é uma aplicação de renda fixa de baixo risco e pode ser uma opção para quem deseja formar uma reserva de emergência ou guardar dinheiro por um curto prazo. O rendimento é superior o da poupança e sem custo. Além disso, é garantido pelo  Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Os clientes que aplicaram nos CDBs do PagBank com duração maior que seis meses podem solicitar um cartão de crédito Visa internacional, grátis e sem anuidade, e com limite de crédito igual ao valor investido no CDB.

 

“Essa é mais uma opção que estamos oferecendo aos nossos clientes, ideal para que eles comecem uma reserva de emergência e/ou separem suas economias do saldo da conta PagBank, tendo rendimento maior que a poupança e sem carência. Ou seja, o cliente pode ter rendimento diário e resgatar a qualquer momento”, comenta Ricardo Dutra, CEO do PagSeguro PagBank.

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quinta-feira, 9 de julho de 2020

Correios alertam sobre atraso na entrega de encomendas internacionais

Os Correios informaram, esta semana, que devido à pandemia de coronavírus não há como garantir o cumprimentro do prazo de entrega dos envios internacionais. Ou seja, os serviços de encomendas internacionais podem atrasar. 

Segundo o comunicado, o encaminhamento e a distribuição foram prejudicados pela diminuição ou mesmo falta de voos, diminuição da quantidade de empregados alocados nas atividades de distribuição de objetos postais e até mesmo suspensão da entrega. 

Sobre as importações, os Correios acrescentam ainda que em alguns casos a carga está com encaminhamento comprometido desde a origem, e está sendo mantido o contato com os correios do exterior para otimizar os envios. Veja a lista dos países que estão com suspensão de envios aqui.

Reclamações

Segundo o Procon-SP, nos últimos quatro meses houve um aumento expressivo de reclamações contra os Correios.  De março a junho deste ano, o atendimento da instituição já soma 1.568 queixas de consumidores, sendo o principal motivo de reclamação o não fornecimento do serviço com 951 casos. No mesmo período do ano passado, o total de reclamações contra a empresa era 315.

Na comparação entre os meses de março a junho de 2019 e o mesmo período deste ano, verifica-se, nota-se um crescimento de 398% nas reclamações. O principal problema questionado pelos consumidores no ano passado também era de não fornecimento do serviço (164 casos).

“Deixar de fornecer o serviço contratado é um desrespeito e um descumprimento ao Código de Defesa do Consumidor. O Procon está recebendo as reclamações e entrando em contato com a empresa a fim de encontrar uma solução para o consumidor.”

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É MEI e ficou endividado na pandemia? Crédito emergencial pode ajudar

O fechamento do comércio e serviço tirou por meses toda a renda de funcionários de redes de cabelereiros, restaurantes que ganham por trabalho, no regime de MEI, e não têm qualquer direito trabalhista em um momento de crise como a gerada pelo novo coronavírus.

Agora, com a reabertura, muitos podem se ver afundado em dívidas, e obrigado a encarar a queda da demanda e o temor dos clientes em retornar ao estabelecimento.

Como forma de amenizar os efeitos da crise para esses profissionais, bancos e governo lançaram linhas de empréstimo de ajuda, que têm juros baixos e podem ter taxa zero, bem como carência de meses para pagamento.

Uma delas é o Programa Empreenda Rápido que disponibiliza uma linha de microcrédito orientado com condições especiais. uma parceria entre o Sebrae-SP e o governo do Estado de São Paulo. O empreendedor pode solicitar uma linha de crédito de até R$ 15 mil, com até 24 meses para pagamento e carência de um a três meses, com juro zero.

Contudo, a maior parte dos recursos pode ser contratado com juros de 0,35% ao mês, também em até 24 meses para pagamento. Têm acesso ao crédito somente os microempreendedores que concluíram o curso de qualificação no programa e não possuam restrições cadastrais no CNPJ e CPF. A solicitação de crédito pode ser realizada remotamente pelo site do Banco do Povo.

Outra alternativa é a linha que utiliza recursos do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), oferecida pela Caixa. Feita em parceria com o Sebrae, oferece empréstimo para  microempreendedores individuais (MEIs) que têm renda de até R$ 81 mil por ano.

As taxas do crédito são de 1,59% ao mês, com carência de 9 meses para pagamento. O valor do crédito é de até R$ 12,5 mil, e o prazo para pagamento do empréstimo após a carência é de 24 meses. Antes de solicitar o crédito, também é necessário realizar o plano de capacitação do Sebrae.

As contratações do Fampe devem ser realizadas em até três meses a partir de 18 de maio, data de publicação da Lei n° 13.999/2020. Contudo, o prazo ser prorrogado por mais três meses.

Tenha cautela

Antes de tomar a decisão de contratar um empréstimo de longo prazo, é necessária cautela. Isso porque como o fim da pandemia e a retomada plena da demanda por serviços são incertos, é difícil contar com a renda necessária para quitar as parcelas no futuro. É o que aconselha a consultora de finanças pessoais Rosi Donadio.

Além disso, ela alerta para o viés de otimismo que é gerado pela postergação das parcelas dos empréstimos. “Muita gente olha para a carência de pagamento de nove meses e pensa que vai conseguir ter fôlego. Mas isso pode não acontecer. Além disso, não serão nove meses gratuitos: esse valor será incorporado a uma parcela maior lá na frente, o que piora a situação. Ele vai, de fato, conseguir arcar com isso?”.

As taxas de juros de linhas de ajuda podem parecer baixas, mas é necessário lembrar que a taxa de juros básica do país vem se reduzindo. “Um crédito de 1,59% ao mês para quem estava acostumado com altas taxas, parece barato, mas é necessário lembrar que a Selic está em 2,25% ao ano”.

Para quem decidir pegar o dinheiro, Donadio aconselha a não usá-lo apenas para pagar outras dívidas, mas ao menos uma parte do valor para gerar renda na pandemia. A recomendação é que o profissional invista em algo que possa dar mais dinheiro no futuro. “Pode ser até outra atividade que não exercia antes da pandemia. Preparar comida para vender via delivery, doces, produzir máscaras: o negócio é colocar a criatividade para funcionar e se adaptar”.

Usar o dinheiro apenas apagar incêndio e consumir risco grande de se tornar uma bola de neve e virar um endividamento crônico, na visão de Donadio. “É ruim ficar sem pagar uma dívida, mas se tiver de comer ou pagar dívida, não vai pagar. Caso não haja algum bem como garantia o melhor a fazer é prar e pensar qual será a melhor forma de conseguir pagar. Mesmo que ofereçam descontos altos agora para quitar os débitos, o pagamento pode não resolver toda a situação. Talvez seja melhor tentar a mesma renegociação mais para a frente”.

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46% de ganhos: construtora fora do radar impulsiona carteira de ações

A carteira recomendada de ações da EXAME Research, unidade de análise de investimentos da EXAME, ganhou 46% desde o seu lançamento, em 9 de abril. É um retorno 9% acima do Ibovespa – o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira B3 – no mesmo período.

Nos últimos três meses, o mercado financeiro do país foi do pânico com o agravamento da pandemia do novo coronavírus no país à esperança de uma recuperação forte da economia. Nesse cenário, as ações da empresas que têm enfrentado melhor a crise e estão bem posicionadas para a retomada vêm apresentando um desempenho superior na bolsa.

É o caso da construtora Direcional, que tem foco nas famílias de classes mais baixas, clientes do programa de crédito habitacional do governo Minha Casa Minha Vida. Fora do radar da maioria das corretoras, casas de análise e bancos, a ação da Direcional foi a que mais contribuiu para os ganhos da carteira recomendada da EXAME Research desde 9 de abril. Nesse intervalo, o papel subiu 90,5% e está sendo negociado atualmente no patamar de 17 reais.

A Direcional é quem tem apresentado maior velocidade de vendas no Minha Casa Minha Vida, segundo Bruno Lima, analista de renda variável da EXAME Research. “Esse segmento é mais resiliente do que o voltado à classe média. Além disso, a covid-19 está estimulando a população a migrar de áreas mais adensadas”, diz Lima.

Com estandes de vendas de imóveis ainda fechados em muitas localidades por causa da pandemia, as construtoras que têm um bom processo online levam vantagem na briga pelo cliente. Aqui, novamente, a Direcional vem se destacando, segundo Lima. Diferentemente dos imóveis para a alta renda, os empreendimentos para o Minha Casa Minha Vida são mais padronizados e permitem poucas mudanças na planta. Portanto, uma visita online fica mais simples e pode ser suficiente para a tomada de decisão.

Para quem aposta no reaquecimento do mercado de média e alta renda quando o surto da covid-19 amainar no Brasil, existe ainda a opção de comprar ações da Riva, a unidade da Direcional que mira nesses segmentos e anunciou em março sua abertura de capital. O período de reserva de ações da construtora começa hoje e vai até 24 de julho. A Direcional continuará no controle.

Considerando que os rumos da pandemia do novo coronavírus e a esperada recuperação da economia ainda são bastante incertos, a EXAME Research continua recomenda uma carteira de ações balanceada e diversificada, com 10 papeis. Além do imobiliário, contempla os setores de varejo – outro que tem surfado na onda das vendas pela internet –, infraestrutura, energia elétrica e commodities.

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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Movemos a economia ou a economia nos move?

Você já parou para pensar como a economia chegou a ocupar um papel tão crucial em nossa sociedade, globalmente falando, e ao mesmo tempo, temos enfrentado tantos desafios e desequilíbrios envolvendo o tema?

A complexidade do sistema financeiro se tornou algo assustador: mercados dos diversos países sofrem reviravoltas quando certas influências políticas ou calamidades naturais ocorrem, taxas de juros flutuam como embarcações à deriva em alto mar, a volatilidade do valor das ações exponencializa por simples boatos ou especulações, dessa forma as variações  nesse universo afetam a vida de bilhões de pessoas em todo o mundo.

Mas em sua origem, o conceito de economia é relativamente simples, principalmente se submetermos a palavra ao paredão da etimologia. Sua origem vem do elemento “eco” do grego “oikos” e significa “casa, lar, domicílio, meio ambiente”, mais “nomos” cujo significado é “lei, ordem”. Para unificar os termos vou citar a explicação do professor de língua portuguesa Sérgio Nogueira, mestre pela PUC-Rio: “Na sua origem, economia é a arte de bem administrar a casa. Hoje é a ciência que trata da produção, distribuição e consumo de bens. É a administração do sistema produtivo de um país ou região, ou seja, da ‘casa’ em que vivemos.”

Lembramos que a nossa economia atual tem um protagonista, o grande símbolo desse mecanismo: o dinheiro. Ele permeia todos os ambientes, praticamente tudo está sob sua égide, desde terra, água, minerais, vegetais, animais, produtos, serviços e em alguns casos, até pessoas! Dependendo se dispomos dele ou não o acesso a inúmeros lugares pode ser permitido ou impedido. Curioso pensar como não temos direito a um pedaço sequer de terra nesse planeta se não tivermos necessariamente dinheiro para comprá-la.

Nas cidades grandes é raro encontrar formas alternativas de viver sem ele. Somos dependentes desse mecanismo que criamos e as relações das pessoas com esse item, tão presente em nosso dia a dia, são as mais variadas e resultam em muitos casos em felicidade ou infelicidade.

Na busca de clareza para entender esses impactos, procurei criar algumas analogias que pudessem fazer sentido entre o sistema financeiro e os sistemas do corpo humano. A ideia é tentar entender um pouco melhor o papel que a economia ocupa em nossas vidas.

A primeira comparação que me veio à mente, foi a do sistema financeiro com o sistema respiratório. Afinal, não dizem que quem está sem dinheiro está “no sufoco”? Imaginar o mundo de um minuto para outro sem dinheiro seria um grande colapso, mas será que seria como ar que falta em nossos pulmões? Acredito que o ar é um elemento vital demais para ser comparado ao dinheiro. Podemos ter uma forte relação com ele, mas nossa sobrevivência não depende absolutamente dele. Já houve “vida antes do dinheiro” e felizmente existirá depois dele.

A segunda comparação que pensei foi do sistema financeiro com o sistema circulatório. O sangue “circula” em nossas veias e o dinheiro “circula” pela sociedade, certo? Mas ainda não era isso. Por alguns motivos não poderia ser. Um deles é que na sociedade, o dinheiro é acumulado por várias pessoas, enquanto o nosso corpo não é capaz de acumular sangue, e isso tampouco seria uma vantagem, muito pelo contrário.

Mas partindo do princípio de que dinheiro é uma forma de energia que nos permite realizar várias coisas, poderia ele ser então uma espécie de açúcar? As analogias aqui podem ser servir muito bem! Nosso corpo necessita de açúcar para nos movermos, o dinheiro nos permite pagar por um transporte. O açúcar nos dá energia para realizar inúmeras funções, o dinheiro também. O açúcar pode ser tão viciante quando o dinheiro para muitas pessoas. Agora, se ingerimos açúcar em excesso ele se acumula em nosso organismo em forma de gordura. Ao negociar determinado produto ou serviço muitos dizem “a negociação tem gordura”, ou seja, uma margem, um excedente. Se acumulamos dinheiro e não gastamos, também estamos estancando uma energia que precisa circular.

No fim das contas não sei se encontrei a analogia mais apropriada, talvez o dinheiro possa ser o ar de alguns, o sangue para outros, uma energia saudável ou o açúcar em excesso que se transforma em gordura, acredito que depende muito de como lidamos com ele. Mas qualquer analogia que façamos nos leva a uma próxima reflexão: mesmo que busquemos a saúde financeira e nosso “corpo” esteja saudável, o que faremos com um corpo saudável? A que propósito serviremos? O que dá sentido às nossas vidas?

Acredito que nossas dificuldades globais em relação à economia e ao dinheiro se devem ao fato de não lidarmos com esses conceitos da maneira mais apropriada e mais saudável. Talvez, se o dinheiro fosse visto mais como meio e menos como fim, teríamos relações mais saudáveis com ele e entre nós mesmos. O que seria bom se percebêssemos é que, em essência, dinheiro é apenas um sistema de confiança. Confiamos que ao apresentar um papel com um certo número escrito nele poderemos trocar por quase qualquer coisa em quase qualquer lugar – se tivermos a quantidade requerida.

Precisamos confiar mais uns nos outros e para isso precisamos adquirir valores eternos. Confiamos naqueles que tem valores como honestidade, justiça, ética, fraternidade, etc. Será que não são esses valores ainda mais importantes de se conquistar, como sociedade, do que os valores financeiros? Essas são, na minha opinião, as verdadeiras riquezas para as quais deveríamos olhar com vontade de conquistar. Isso com certeza nos faria mais humanos. Essa seria uma riqueza que valeria a pena, uma economia que faria sentido. Na minha visão, só quando entendermos que não somos movidos pela economia, mas que somos capazes de movê-la em uma nova direção, a elevando a um outro patamar, seremos capazes de equilibrar simultaneamente as instabilidades do sistema financeiro e de qualquer outro sistema.

É nessa nova forma de economia que acredito!

Por Danilo España

Luah Galvão e Danilo España são idealizadores do Walk and Talk.

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Mega-Sena: confira o resultado do concurso 2277

Ninguém acertou as seis dezenas no concurso 2277 da Mega-Sena sorteadas na noite dessa quarta-feira, 8, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 10, 22, 23, 37, 53 e 60.

O próximo concurso será sábado, 11, e deverá pagar o prêmio de 40 milhões de reais a quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19 horas (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A aposta simples, com seis dezenas, custa 4,50 reais.

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Sumiço na NuConta pode ter sido causado por auxílio emergencial duplicado

O sumiço de dinheiro em contas digitais da Nubank nesta semana pode ter sido causado por uma lista de estorno maior do que deveria, enviada pela Caixa Econômica Federal para a fintech. De acordo com a revista Veja, pessoas que utilizaram o Nubank para receber o auxílio emergencial pago pelo governo podem ter conseguido um valor duplicado.

Ao perceber o erro, a Caixa solicitou os estornos ao banco digital. No entanto, de acordo com a revista, a lista de pessoas incluía quem recebeu corretamente os valores do auxílio, gerando assim as reclamações de sumiço do dinheiro. 

O Nubank confirmou à EXAME que recebeu do banco estatal uma lista de contas em que deveria haver o estorno à Caixa, mas interrompeu os procedimentos assim que as reclamações dos clientes começaram a acontecer. 

De acordo com a reportagem da Veja, o erro aconteceu após as pessoas que tiveram o auxílio emergencial aprovado gerar boletos de depósito para ser pagos com o benefício, e que foram computados mais de uma vez.

Segundo o Nubank, os pagamentos indevidos foram feitos entre 15 de abril e 10 de junho de 2020. 

Em nota, a Caixa negou os erros: “A Caixa informa que, acerca de relatos de intercorrências em pagamentos e transferências do Caixa Tem para fintechs, não foram identificadas falhas nos sistemas internos da Caixa.”

Os estornos do dinheiro de contas indevidas causaram diversas reclamações em redes sociais, que culpavam principalmente o Nubank. Em nota enviada à EXAME nesta quarta-feira, o banco digital reafirmou que o erro foi de responsabilidade da Caixa Econômica Federal.

“Assim que informado pela CEF sobre a situação, o Nubank, agindo de boa fé, comunicou seus clientes sobre o equívoco e, seguindo as recomendações da CEF, iniciou o processo de estorno dos valores excedentes de volta para o banco estatal. A devolução à Caixa já foi completamente suspensa.”

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INSS adia para 3 de agosto a reabertura das agências

Rio — O atendimento presencial nas agências do INSS que voltaria a ser feito no dia 13 de julho foi adiado para 3 de agosto. A decisão foi publicada na Portaria Conjunta n° 27 da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nesta quarta-feira (dia 8). O atendimento exclusivo por meio de canais remotos foi prorrogado até o dia 31 de julho e continuará sendo realizado mesmo após a reabertura das agências.

O INSS não informou o motivo do adiamento das atividades presenciais nas agências do país.

Na primeira fase de reabertura, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com horário agendado pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remotos como, por exemplo, realização de perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional.

Segundo o INSS, a reabertura gradual irá considerar as especificidades de cada uma das 1.525 Agências da Previdência Social no país. Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico, as medidas de limpeza e os equipamentos de proteção individual e coletiva.

As unidades que não reunirem as condições necessárias para atender o cidadão de forma segura, continuarão em regime de plantão reduzido. O INSS irá disponibilizar um painel eletrônico contendo informações sobre o funcionamento das agências da Previdência Social, os serviços oferecidos e o horário de funcionamento.

O INSS diz que as medidas adotada durante a pandemia da covid-19, incluindo a simplificação dos procedimentos, a dispensa de exigências e a oferta de serviços por meio de canais remotos, continuarão valendo mesmo após a retomada do atendimento presencial.

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O mercado está “chato” e isso é uma ótima oportunidade! – Mercurius Report #05

O preço do Bitcoin não apresentou
nenhuma variação considerável nos últimos dois meses, variando entre os
8.750 USD e os 10.000 USD. Nessa última semana em específico, o ativo não
superou a região entre 9.750 USD e 9.000 USD.

Para muitos analistas, esse
movimento está ocorrendo por conta da indecisão macroeconômica atual,
sendo possível observar um movimento semelhante no mercado norte-americano, em
que o S&P 500 também não apresentou variações consideráveis.

Essa somatória de fatores fez com
que o Bitcoin apresentasse uma correlação crescente com o mercado
americano, atingindo uma correlação mensal semelhante ao do início do COVID-19.
Tal fator vem criando indícios que ambos os mercados possuem mais
semelhanças
do que era imaginado pelos especialistas.

Mas o fato é que a falta de
volatilidade
do mercado está fazendo que as pessoas vejam o Bitcoin cada
vez mais “chato.”

Entretanto, esse momento se faz uma
das melhores oportunidades que você pode ter para aproveitar um grande
movimento
do Bitcoin.

Isso por que, analisando o
histórico do ativo, um outro momento em que o Bitcoin atingiu uma volatilidade tão
baixa
foi em abril de 2019. Basicamente, esse foi o momento em que a
criptomoeda saiu dos 4.000 USD e atingiu os 5.000 USD em apenas uma semana.

Então, para não perder uma
oportunidade como essa, de um grande movimento do Bitcoin (independente para a
alta ou para baixa) é muito importante se posicionar e realizar sua própria
análise para estar posicionado da melhor forma o possível e não perder essa
janela de oportunidade.

E para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimentos, baixe nosso Report Semanal para ter uma visão completa do mercado.

Caso queira receber conteúdos diários e exclusivos sobre o mercado, convido você também para participar do Canal do Telegram da Mercurius.

PS: Não estamos
recomendando
nenhum investimento, apenas te informando sobre o mercado para
que você possa tomar a melhor decisão o possível.

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Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 33 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (8) prêmio acumulado de R$ 33 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.277 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

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terça-feira, 7 de julho de 2020

Auxílio emergencial transferido para o PicPay “some” da conta

O app de pagamentos Pic Pay apareceu entre os trending topics no Twitter nesta terça-feira (7). Diversos usuários reclamam que transferiram o valor do auxílio emergencial da Caixa para o app e o dinheiro “sumiu” na operação.

Como forma de evitar filas nas agências, a Caixa adiou o saque dos recursos do benefício. Por conta disso, muitos beneficiários do auxílio acabam optando por transferir o dinheiro da conta virtual do banco para fintechs, como a Pic Pay, de forma a sacar os recursos de forma imediata.

Na hashtag #picpaydevolvemeudinheiro, consumidores de diversas parte do país relatam problemas.

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Procurada, a Caixa esclarece que grande parte dos problemas apresentados nas operações para bancos digitais já foram solucionados, com os devidos créditos em conta nesta terça-feira (7).

Em nota, o banco diz que casos mais específicos e que envolvam as plataformas da Caixa serão resolvidos ao longo da semana. “É importante ressaltar que nessas operações também podem acontecer inconsistências nas plataformas das fintechs. Esses casos devem ser apurados individualmente junto às instituições”.

Procurado, o PicPay disse que, desde o início da distribuição do auxílio emergencial, mais de 2,9 milhões de usuários concluíram a transferência do benefício com sucesso para a fintech. “Por instabilidade do sistema do Caixa Tem, um pequeno percentual das transações entre o aplicativos e o PicPay não é concluído. Nesses casos, o usuário deve fazer nova tentativa. Se a Caixa tiver debitado o valor utilizado para a transferência, o estorno deverá ser realizado pelo próprio banco”.

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Reclamações contra Correios aumentam 400% na pandemia

Nos últimos quatro meses, o Procon-SP registrou um aumento expressivo nas reclamações contra a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – Correios. De março a junho deste ano, o atendimento da instituição já soma 1.568 queixas de consumidores. O principal motivo de reclamação o não fornecimento do serviço, soma 951 casos.

No mesmo período do ano passado, o total de reclamações contra a empresa era 315. Na comparação entre os meses de março a junho de 2019 e o mesmo período deste ano, verifica-se, portanto, um aumento de 398% nas reclamações. O principal problema questionado pelos consumidores no ano passado também era sobre a falta de fornecimento do serviço (164 casos).

Deixar de fornecer o serviço contratado é um desrespeito e um descumprimento ao Código de Defesa do Consumidor. O Procon-SP está recebendo as reclamações e entrando em contato com a empresa a fim de encontrar uma solução para o consumidor.

Como reclamar

O Procon-SP disponibiliza canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar os consumidores: via internet, aplicativo – disponível para android e iOS – ou via redes sociais; para as denúncias de preços abusivos e outros assuntos, marque @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.

É importante que, ao fazer sua reclamação, o consumidor apresente a documentação relativa à contratação da empresa (comprovante de pagamento, recibo, cupom fiscal etc).

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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Safra lança programa próprio de recompensa no cartão de crédito

O Safra lançou nesta segunda-feira, 6, um programa de recompensas dos cartões de crédito, denominado de Safra Rewards.

O programa proporciona recompensas sob medida para o perfil dos clientes banco. Entre as opções possíveis estão os cruzeiros, hotéis ou spas. Além dessas experiências disponíveis na plataforma, é também possível comprar obras de arte, bebidas, produtos de tecnologia e acessórios de primeira linha.

As recompensas são divididas entre mais de 20 categorias como beleza e bem-estar, casa e decoração, celulares e cruzeiros.

Anteriormente, para utilizar os pontos do cartão de crédito, o cliente do Safra só tinha a opção de transferi-los para companhias aéreas. Com a plataforma, o Safra priorizou a experiência para seus clientes, com acesso exclusivo via aplicativo Safra. Não há pontuação mínima para resgatar recompensas e, se faltarem pontos, o cliente pode completar o valor com dinheiro usando os próprios cartões Safra.

Os clientes Safra passam a fazer parte do programa e acumulam pontos automaticamente na contratação do cartão. Ou seja, não é preciso fazer um cadastro. Para realizar o resgate, basta acessar o aplicativo do Safra, buscar no menu superior pela parte de cartões e, nela, clicar em Safra Rewards. 

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Estudantes já podem suspender parcelas do FIES no BB e Caixa

Estudantes que contrataram financiamento estudantil – FIES – por meio do Banco do Brasil (BB) e da Caixa podem requerer a suspensão do pagamento de até quatro parcelas a partir desta segunda (6).

As condições para a suspensão obedecem ao estabelecido na Lei nº 13.998/2020 e na Resolução nº 38/2020, ambas publicadas em maio pelo Ministério da Educação. O pedido pode abranger até quatro parcelas, observada a fase do contrato de cada estudante financiado.

Para contratos em fase de utilização ou carência a suspensão será de até duas parcelas, que serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados. Essa medida é válida para contratos formalizados até o 2º semestre de 2017.

No caso de contratos em fase de amortização a suspensão pode incluir até quatro parcelas. Nesse caso, o período das parcelas suspensas será acrescentado ao vencimento final do contrato.

Está prevista a incidência de juros contratuais sobre as parcelas suspensas, os quais serão contabilizados no saldo devedor do contrato do estudante.

A solicitação será efetivada sem a necessidade de assinatura de termo aditivo e presença do fiador. No entanto, são obrigatórias a ciência e a concordância do estudante para as condições de pausa e, consequentemente, para os reflexos no contrato de financiamento.

Como pedir a pausa

No Banco do Brasil a manifestação pode ser feita pelo app BB. A medida vale para clientes em situação de adimplência com seus contratos antes do dia 20 de março, data em que foi decretado o estado de calamidade pública no país.

Para isso, basta que o cliente acesse sua conta (efetue login), clique no “Menu”, em seguida em “Solução de Dívidas” e selecione “Suspensão FIES”.

Caso o estudante não tenha acesso ao celular, ele pode solicitar a suspensão nas agências do BB. Para o atendimento presencial, deve ser observado o contingenciamento adotado por conta da pandemia.  

Estudantes que contrataram o FIES pela Caixa podem requerer a suspensão pela página SIFES-Web. Basta fazer o login e acessar a opção, selecionar “Pausar Contrato”, aceitar o temo de compromisso e clicar em “Solicitar Pausa”.

A suspensão retroagirá às parcelas vencidas não quitadas após a vigência do estado de calamidade pública. A adesão às novas condições pode ser registrada até o dia 31 de dezembro deste ano.

Para eventuais dúvidas, os clientes podem acessar as diversas soluções digitais do BB, como o próprio aplicativo BB (smartphone), o site, além do WhatsApp (61) 4004-0001, da Central de Atendimento BB (0800-729-0001) e das redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin).

Na Caixa, os estudantes podem acessar o site ou ligar para a central 3004-1104, para capitais, e demais regiões pelo 0800 726 0104.

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O home office pós-quarentena pode gerar uma crise na Faria Lima?

O mercado imobiliário comercial tem pela frente não apenas o desafio de evitar o contágio dos ocupantes pelo novo coronavírus, mas trazer de volta empresas e trabalhadores que se acostumaram a evitar trânsito e o transporte público lotado, além de ter adequado a equipe e o trabalho ao home office.

Diversas empresas já anunciaram planos de tornar o home office uma política permanente. Essa mudança de mentalidade sobre a organização do trabalho dentro do escritório e o trabalho remoto pode gerar um baque no mercado imobiliário. É o que acredita a consultoria imobiliária Building, especializada no segmento corporativo.

Para o final do ano, a empresa espera que sejam devolvidos 63,5 mil metros quadrados, e a taxa de vacância em imóveis classe A seja de 13%. Hoje, a vacância está em 11,7%. “Já existe um grande volume de devoluções, de 500 metros quadrados a 11 mil metros quadrados”, avalia Fernando Didziakas, sócio da Buildings.

 

A expectativa é que os dados do segundo trimestre ainda não sejam tão impactados pelas devoluções, pois diversas delas acontecerão no terceiro trimestre em diante, já que o processo de devolução também é um processo um pouco demorado, dependendo do período restante e condições estabelecidas no contrato.

Na visão dos consultores, contudo, a devolução dos escritórios é muito norteada pela crise econômica. Ainda que permaneça no pós-pandemia, a mudança não será massiva.

Segundo a Buildings, atualmente apenas 4,5% dos espaços de 48 prédios classe A na região da Nova Faria Lima, próxima ao cruzamento da Avenida Brigadeiro Faria Lima e a Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, em São Paulo, estão vagos. Ou seja, existem apenas 43 mil metros quadrados disponíveis na região que possui estoque total próximo dos 1 milhão de metros quadrados, avalia Didziakas.

“A vacância na região estava em 2,7% no primeiro trimestre de 2020 e apesar de ter subido para 4,5% por conta da entrega de um novo empreendimento e algumas readequações de empresas, continua em um patamar muito baixo, longe de qualquer crise de excesso de oferta”.

Levantamento sobre aluguéis comerciais feito pela Buildings: preços no topoBuildings/Reprodução

A pandemia afeta cidades de forma diferente. São Paulo é uma cidade com diversos setores econômicos. O Rio, onde a vacância do segmento corporativo atingiu 50% no ápice da crise do setor de óleo e gás e excesso de oferta na cidade, e ainda está em 38%, tende a sofrer mais por conta de uma aceleração do trabalho remoto.

O mercado imobiliário corporativo é, portanto, mais impactado nas grandes capitais, nas quais existem os bolsões corporativos. Outras capitais menores, como as do Nordeste, não têm uma grande concentração desse segmento.

De olho na sustentabilidade de áreas nobres corporativas, há anos a BR Properties, incorporadora especializada em prédios comerciais, vem se especializando nos prédios triple A nessas regiões, os quais administra diretamente.

Mais do que ter boas características técnicas, esses empreendimentos costumam estar próximos a vias de transporte público e regiões com infraestrutura para acolher funcionários, com ampla rede de serviços, diz Martín Andrés Jaco, presidente da incorporadora.

“Crescemos muito ao longo do tempo a área de serviços dentro dos prédios corporativos, com lojas, manicures, restaurantes e cafés. Fazemos retrofit para modernizar. Mas ainda tem laje de 5 mil metros quadrados. Esses edifícios oferecem aluguéis estáveis. Como é difícil recria-los na cidade, pois faltam espaços para novas construções, a empresa toma a decisão de sair com mais cautela”.

Setor resiliente

Representantes do setor são firmes no argumento de que o mercado de imóveis pode passar relativamente ileso a uma mudança de hábito.

Adriano Sartori, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), ressalta que a tendência do trabalho remoto não é nova: acontece há pelo menos 10 anos no país. E o mercado imobiliário vem se adaptando a ela, reduzindo espaços para locação entre 30% a 40% ao longo do período. “Os escritórios continuam a existir, mas de forma diferente. Os escritórios brasileiros já são otimizados, e diante da necessidade de mais espaços compartilhados, não vemos grandes mudanças”.

O engenheiro civil Luiz Antônio França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), diz que a transformação no mercado imobiliário corporativo irá ocorrer, mas não será imediata. “Além disso, cada segmento terá a sua adaptação”.

Segundo ele, regiões com infraestrutura para o segmento corporativo, com avenidas mais largas, prédios modernos com piso elevado para acomodar cabeamento e infraestrutura de internet, vão continuar sendo demandadas. “O que pode ocorrer é uma reacomodação da área. Não vejo vacância ou uma desocupação desordenada. Além disso, se a demanda futura cair, os novos empreendimentos se adaptarão a esse cenário como forma de reduzir espaços ociosos”.

É o que aconteceu com a migração do segmento corporativo da Avenida Paulista para a Avenida Brigadeiro Faria Lima, conta. “Os prédios na Faria Lima atraíram empresas por serem mais modernos. Mas nem por isso a Paulista deixou de ter escritórios. Só mudou o uso para pequenas salas comerciais, call centers e até coworkings”.

Falta de mobilidade acelera mudanças

Uma das influências para a aceleração da demanda por trabalho remoto é causada pelo descompasso histórico entre a produção imobiliária das grandes cidades e o desenvolvimento do transporte de alta capacidade, aponta Eduardo Alberto Cuscé Nobre, urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

“A implantação do Metrô é muito lenta em São Paulo. Estamos chegando nos 100 km, enquanto outras metrópoles, como a Cidade do México, têm o dobro. O Rio de Janeiro também sofre com a falta de mobilidade. Por conta disso muita gente, desde a década de 80, já busca o interior dos estados para ter maior qualidade de vida, e isso deve continuar acontecendo”.

Nobre aponta que estamos criando macrometrópoles, que abrangem toda a região metropolitana e cidades próximas. “Já existe mais gente saindo do que entrando na cidade”. Em sua visão, o trabalho que puder ser feito remotamente pós-pandemia, será.

“De um lado as empresas locatárias querem ampliar o trabalho remoto e reduzir custos, e de outro o mercado imobiliário deseja que o cenário permaneça. Não tem jeito. O mercado imobiliário vai sofrer um baque. Mas o setor, além de importante para o PIB, é resiliente. Irá surgir novas tecnologias que podem mudar novamente o ambiente de trabalho, e abrir frente para novos empreendimentos. Em último caso, os empreendimentos podem se transformar em prédios residenciais, como já aconteceu em outros países. É uma mudança complexa, mas possível”.

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