segunda-feira, 9 de março de 2020

Imposto de Renda 2020: saiba como declarar investimentos na XP

imposto de renda 2020

Chegou a hora de começar a se preparar para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2020, ano base 2019.

Se você quer se antecipar para evitar problemas como multas ou até mesmo cair na malha fina, é fundamental se organizar. 

Dentre as principais mudanças na declaração do IR neste ano estão o fim da dedução da contribuição previdenciária de empregados domésticos e a obrigatoriedade de preenchimento de informações complementares. 

Ainda está confuso e não sabe se você precisa declarar seus rendimentos? Não sabe como informar os ganhos nos seus investimentos?

Fique tranquilo. Vamos te ajudar com essas informações. 

Antes de mais nada, vamos à principal dúvida com relação ao IR 2020. 

Quem precisa declarar o Imposto de Renda 2020? 

Existem alguns critérios para que a pessoa seja obrigada a declarar o IR com relação aos rendimentos de 2019.

Veja a seguir a lista: 

  • Trabalhador com rendimento igual ou superior à R$ 28.559,70.
  • Quem teve rendimentos direto da fonte superior a R$ 40 mil.
  • Trabalhador rural com receita bruta anual superior a R$ 142.798,50.
  • Cidadão com posse de bens cujos valores ultrapassam R$ 300 mil.
  • Pessoa que obteve ganho de capital sobre alienação de bens e direitos.
  • Quem fez operações na bolsa de valores, mercados futuros ou atividades parecidas.
  • Trabalhador rural que queira compensar prejuízos e perdas nos anos anteriores.
  • Pessoa que se oficializou como cidadão brasileiro e que estava no Brasil no último mês do ano anterior.

Agora que você já sabe quem precisa preencher a declaração de IRPF, vamos explicar quem não precisa declarar e está isento de IR. 

  • Cidadão que não se enquadra nos requisitos acima. 
  • Trabalhador que atenda a alguns desses requisitos, mas já tenha sido declarado como dependente de outra pessoa. 
  • Cidadão que passou a ter posse de bens e direitos abaixo de R$ 300 mil em dezembro de 2019. 

Principais datas do IR 2020 

Vai precisar enviar a sua declaração para a Receita Federal? Fique atento para não perder nenhuma data do IRPF 2020: 

28 de fevereiro: data limite para entrega dos informes de rendimentos 

02 de março: início da entrega da declaração preenchida 

30 de abril: fim do prazo para entrega da declaração de IR 

Prepare-se para declarar o IR 

Antes de fazer a declaração propriamente dita, o contribuinte precisa reunir toda a documentação necessária para o preenchimento correto. 

Essa lista pode incluir desde os rendimentos com salários até mesmo ganhos com investimentos.  

Tenha em mãos também outros documentos, como dados pessoais, dados de contas bancárias, CPF e demais informações que possam impactar no seu IR. 

Depois de reunir todas as informações necessárias, é preciso baixar o Programa IRPF 2020 diretamente do site da Receita Federal.  

Se preferir fazer via aplicativo no seu celular, será preciso procurar no Google Play (para Android) ou na App Store (para iOS) por IRPF na loja. 

Vale ressaltar que quanto antes você entregar a sua declaração, maiores são as chances de você receber a restituição (se aplicável) nos primeiros lotes. 

Mas caso a Receita identifique inconsistências na sua declaração, pode cair na malha fina. 

O pagamento das restituições é feito sempre em lotes, que são liberados entre junho e dezembro. 

Caso você tenha pago mais imposto do que deveria, então, terá a diferença depositada de volta. 

Onde encontrar o informe de rendimentos da XP? 

O informe de rendimentos da XP é disponibilizado na sua conta. Para acessá-la, é preciso entrar em www.xpi.com.br ou no aplicativo, clicar em Acesse sua conta e digitar seu código de cliente e senha. 

Ao abrir o portal do cliente, acesse Minha Conta e depois o item Imposto de Renda. Selecione o ano-base desejado e, em seguida, exibir. 

Depois, clique em Informe de Rendimentos. 

Neste documento, você encontrará todas as posições e rendimentos de fundos de investimentos, renda fixa, Tesouro Direto, Swap, saldo em conta e créditos em trânsito. 

Na segunda folha do informe, temos o grupo de informações complementares, onde descrevemos as informações exigidas pela Receita Federal para exibição dos dados no informe. 

No grupo detalhamento dos ativos, exibimos as informações por ativos, posição e rendimentos. 

Em outra aba do site, estão os relatórios auxiliares de day trade, operações normais, extrato completo e proventos recebidos. 

O informe de rendimentos em previdência privada é elaborado e enviado pelas seguradoras aos clientes.

No entanto, a XP disponibiliza no portal esses informes para consulta. 

Além disso, dependendo da sua carteira, outros documentos também são relevantes para a sua declaração, como por exemplo posição em bolsa de valores em 31 de dezembro.  

Esse documento está disponível em Minha Conta e Histórico de Carteira.

Selecione o mês de dezembro de 2019 para visualizar os dados. 

Se você recebeu proventos de companhias abertas, aguarde o informe de rendimentos enviado pela companhia aos seus acionistas. 

Caso tenha investido em fundos imobiliários, o administrador do fundo enviará o informe de rendimentos. 

Nas operações de aluguel de ações, o informe de rendimentos de aluguel (BTC) e relatório de reembolso são disponibilizados pela B3, por meio do canal eletrônico do investidor, conhecido como CEI.

Acesse www.cei.b3.com.br. 

Caso tenha fechado sua conta na XP em 2019, enviaremos o seu informe por e-mail. 

Como declarar seus investimentos 

O informe de rendimentos financeiros está dividido em seis grupos: rendimentos isentos, rendimentos sujeitos à tributação exclusiva, saldo em conta, créditos em trânsito, informações complementares e detalhamento dos ativos. 

Em Rendimentos Isentos e Não Tributáveis você encontra a posição total consolidada em 31/12/2018 e 31/12/2019 dos ativos LCA, LCI, CRI e CRA, bem como os rendimentos obtidos em todos esses ativos durante o ano de 2019. 

Em Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva, você encontra a posição total consolidada em 31/12/2018 e 31/12/2019 dos ativos de renda fixa, fundos de investimento, clubes de investimento, Tesouro Direto e Swap. 

O saldo em conta, não aplicado, é exibido no informe da XP e também deverá ser declarado.

A Receita Federal exige a declaração de qualquer saldo acima de R$ 140. 

Em Créditos em Trânsito, são exibidos os valores das operações que, por motivos de funcionamento de mercado, ao final do ano não foram concretizadas.  

Não esqueça também de preencher individualmente os saldos por ativos na ficha Bens e Direitos. Verifique o código de cada um dos ativos, indique o CNPJ da XP e o saldo em 31/12. 

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Receita libera consulta a lote residual de restituição do Imposto de Renda

A partir das 9h desta segunda-feira (9), estará disponível para consulta o lote multiexercício de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), contemplando restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2019.

O crédito bancário para 72.546 contribuintes será feito no dia 16 de março, totalizando R$ 240 milhões. Desse total, R$ 104,186 milhões são para contribuintes com prioridade no recebimento: 1.848 idosos acima de 80 anos, 11.528 entre 60 e 79 anos, 1.621 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 5.667 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

 

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IR e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

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domingo, 8 de março de 2020

6 mulheres empoderadas para você se espelhar no dia internacional da mulher

O poder de uma mulher não está no seu físico, na sua beleza ou encanto feminino, sim em seu caráter, alma e coração de guerreira. Uma mulher tem o poder de ser tudo aquilo o que quiser, basta que lute por isso e para te provar isso separamos 6 mulheres empoderadas para você se espelhar no dia internacional da mulher. Aproveite para se inspirar a conquistar seus sonhos e objetivos. Acompanhe a história de cada uma delas.

Cristina Junqueira

Vice-presidente e cofundadora do Nubank, sempre foi uma executiva de sucesso, formada em engenharia de produção pela USP (Universidade de São Paulo) e com grande experiência no setor financeiro, tocava grandes projetos no Itaú. 

Mas não se conformou com isso, embarcou ao lado do colombiano David Vélez e o americano Edward Wible em um projeto que se transformou na fintech Nubank. Desde 2013, a startup vem chamando atenção pelos grandes aportes recebidos.

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Nathalia Arcuri

É filha do meio de um total de três, vem de uma família de classe média. O interesse por economia vem desde os 7 anos de idade, quando questionou seus pais se tinha uma poupança, após ouvir de uma colega da escola que o pai tinha feita uma em seu nome. O pai dela disse que não, porém, a incentivou correr atrás de seus desejos por conta própria. 

Aos 15 anos, Nathalia começou a fazer suas economias e se interessar cada vez mais pela área de finanças. Se formou em jornalismo e chegou a trabalhar como jornalista no canal Record, mas não estava completamente feliz no que estava fazendo e criou o Me Poupe! no YouTube, pioneiro na criação do conceito de entretenimento financeiro, atualmente o maior canal sobre finanças do mundo. 

Em dezembro de 2019, entrou no ranking do instituto QualiBest como uma das maiores influenciadoras digitais do Brasil.

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Luiza Helena Trajano

É uma empresária brasileira que comanda a rede de lojas de varejo Magazine Luiza e outras empresas integradas a sua holding.

 Formada em sistemas de informação pela Faculdade de Sistemas de Informação de Franca, conseguiu transformar algumas lojas localizadas em Franca, no interior de São Paulo, em uma rede gigantes sendo concorrente até de outras mais antigas como Casas Bahia e Ponto Frio, com isso se tornou uma das mulheres mais influentes do Brasil. 

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Maria Helena Moraes

É uma empresária brasileira, co-proprietário da empresa de capital fechado Votorantim S.A. Ela foi casada com o falecido Clovis Scripilliti, e juntos expandiram a Votorantim no Nordeste do Brasil entre os anos 1960 e 1970. Ela também é uma das mulheres mais ricas do Brasil. 

De acordo com a revista Forbes, ela teria um patrimônio estimado de 2,9 bilhões de dólares em dezembro de 2014, com capital atualizado em 2014.

Ana Laura Magalhães

A Digital Influencer do mercado financeiro Ana Laura Magalhães, é formada em relações Internacionais e tem o canal Explica Ana no Youtube e também no instagram, onde desmistifica o brasileiro a investir melhor, ensinando educação financeira de maneira mais acessível à população.

Em apenas seis meses já teve mais de 3 milhões de visualizações. Ela também é protagonista de vários vídeos da XP investimentos como educadora financeira. 

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Rosine Kadamani

Co-fundadora da Blockchain Academy Rosine Kadamani está a frente do primeiro projeto educacional brasileiro focado no desenvolvimento e formação de um ecossistema inovador de empreendedores, novos modelos de negócio e iniciativas utilizando Blockchain, ela palestra sobre assuntos relacionados a blockchain e o mundo da criptoeconomia, ela dissemina seus conhecimentos através de suas redes sociais também.     

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Confira o resultado do concurso 2.240 da Mega-Sena

São Paulo — Duas apostas acertaram as seis dezenas do concurso 2240 da Mega-Sena, sorteado ontem (7) à noite, no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

Os números sorteados foram: 07, 09, 10, 19, 25 e 58.

Cada aposta vencedora vai receber o prêmio de R$ 27,8 milhões. A Quina (5 números acertados) teve 143 apostas ganhadoras que vão receber R$ 28 mil em prêmio, cada.

Dez mil trezentos e quarenta e cinco apostas acertaram quatro dezenas sorteadas, a Quadra. O prêmio para cada aposta é de R$ 555.

O próximo concurso (2241) será na terça-feira (10) e tem prêmio estimado em R$ 2 milhões.

Como apostar na Mega-sena

Para apostar, é preciso marcar de 6 a 15 números no volante, deixar que o sistema escolha os números (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

A aposta mínima, de seis números, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.

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Participação da mulher aumentou nos planos de previdência, diz Bradesco 

São Paulo – Um levantamento realizado pela Bradesco Vida e Previdência, com cerca de 3 milhões de clientes, apontou que aumentou a participação das mulheres nos planos de previdência privada, superando a participação dos homens pelo segundo ano consecutivo. 

Segundo o levantamento, participação das mulheres nos planos de previdência cresceu 7,74%, entre janeiro de 2019 e janeiro de 2020. Na comparação entre janeiro de 2018 e janeiro de 2019, o percentual de crescimento foi de 6,28%.

Apesar do crescimento nos últimos dois anos, a participação das mulheres na base de clientes nos planos de previdência do Bradesco ainda é menor do que a dos homens, 41,3% (cerca de 1,2 milhão de clientes), contra 55,2% (1,6 milhão).

Em relação ao perfil das mulheres que contrataram um plano de previdência, a idade é entre 36 e 55 anos e tíquete médio entre 500 reais e 2 mil reais. 

A pesquisa também destaca que a região Sudeste concentra 62,2% das clientes, seguida pelas regiões Sul (13,82%), Nordeste (13,40%), Centro-Oeste (5,81%) e Norte (4,30%).  

 

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Grupo de amigas lança o GIMI, um curso de investimentos só para mulheres

São Paulo — O divórcio geralmente é uma experiência difícil, mas a situação complicada fez Regina Giacomelli perceber que precisava aprender a cuidar sozinha do seu dinheiro. O primeiro passo foi buscar cursos de finanças em instituições renomadas, mas logo surgiu uma barreira comum para quem tem contato com o assunto pela primeira vez: o “economês” e o “financês”.

“Quando comecei eu era a estranha do meio, porque as aulas eram específicas para profissionais. Oitenta por cento dos cursos não me serviam, e eu queria entender como funcionava”, conta.

A linguagem técnica, que faz o assunto parecer quase impossível para iniciantes, foi um dos principais motivos para Regina e mais três amigas — Simone Wajman, Marilene Bertoni e Luciane Ribeiro — decidirem lançar do Grupo Independente de Mulheres Investidoras. O GIMI, exclusivo para elas, é lançado neste dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.

A ideia surgiu da necessidade. Com a dificuldade sobre as aulas, Regina chamou algumas amigas para juntas tentarem decifrar os “códigos” das conversas com os gerentes de seus bancos, que indicavam investimentos nem sempre tão vantajosos para as clientes.

A iniciativa começou com reuniões semanais de um grupo pequeno de mulheres na casa da psicóloga. A divulgação boca a boca fez a fila de espera crescer até chegar à casa dos milhares, com interessadas de vários estados do país.

 

O limite para Regina foi quando os encontros chegaram a 20 mulheres. Com a curadoria de professores renomados no mercado financeiro, a demanda pela reunião foi crescendo até que a casa da psicóloga não era mais suficiente para as reuniões.

O caminho encontrado para resolver o problema foi profissionalizar e criar um curso. O GIMI tem como público alvo mulheres não familiarizadas com dispositivos digitais. “Nós somos mulheres que não lidamos tão bem com as tecnologias e por isso preferimos nossas aulas presenciais. Somos mulheres analógicas e que gostam de aprender em grupo”.

O curso é formado por três módulos com seis aulas — uma carga horária total de 18h — ministradas no Shopping Iguatemi, em São Paulo. O valor de cada módulo é de R$ 2.700,00, valor promocional até o dia 31 de março, e depois volta ao custo normal de R$ 3.000,00 por módulo.

A primeira etapa contém aulas sobre macroeconomia e uma contextualização do cenário econômico brasileiro. Já o segundo módulo tem aulas sobre investimentos em renda fixa. E, por último, o módulo três aborda as opções para investir na renda variável. Os professores são profissionais que dão aulas em instituições como a FGV, Insper e ITA.

Para Regina, a criação de um curso exclusivo para mulheres é essencial em um mercado majoritariamente composto por homens. “Percebemos que a mulher não é naturalmente inserida nesse meio dos negócios e dos investimentos, nós precisamos desse espaço porque não temos uma oportunidade social para isso”.

O GIMI é inaugurado neste dia 8 de março, e já tem proposta de expansão. Segundo a fundadora, o grupo tem planos de criar módulos com temas direcionados que tratem de investimentos específicos — como FIIs ou ações — e também uma versão para mulheres de baixa renda.

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sábado, 7 de março de 2020

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 55 milhões neste sábado

O concurso 2.239 da Mega-Sena será realizado neste sábado no Espaço Loterias Caixa em São Paulo e pode pagar R$ 55 milhões para quem acertar as seis dezenas. Concurso está acumulado desde 29 de fevereiro.

A aposta simples, de seis números, custa R$ 4,50. Para esse tipo de aposta, a probabilidade de ganhar o prêmio é de 1 em 50.063.860.

As apostas podem ser feita até as 19 h em qualquer lotérica da Caixa. Também é possível fazer apostas pela internet por meio do site Loterias Online, que pertence à própria Caixa.

Além do grande prêmio para quem acertar os seis números, ainda é possível ganhar ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis.

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Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 55 milhões neste sábado

O concurso 2.239 da Mega-Sena será realizado neste sábado no Espaço Loterias Caixa em São Paulo e pode pagar R$ 55 milhões para quem acertar as seis dezenas. Concurso está acumulado desde 29 de fevereiro.

A aposta simples, de seis números, custa R$ 4,50. Para esse tipo de aposta, a probabilidade de ganhar o prêmio é de 1 em 50.063.860.

As apostas podem ser feita até as 19 h em qualquer lotérica da Caixa. Também é possível fazer apostas pela internet por meio do site Loterias Online, que pertence à própria Caixa.

Além do grande prêmio para quem acertar os seis números, ainda é possível ganhar ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis.

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sexta-feira, 6 de março de 2020

O bitcoin irá acabar?

A resposta simples é não! O Bitcoin não vai acabar, a rede do Bitcoin irá continuar funcionando normalmente.

Mas olhando por outro significado, de certa forma a geração do bitcoin irá acabar, pois ele não será mais criado através do processo de mineração futuramente. Quando a criptomoeda foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto, ela foi escrita e programada para “acabar” aproximadamente no ano de 2140.

Calma.. Vamos te explicar.

A mineração é a forma inteligente que foi criada junto a blockchain, para incentivar o uso da moeda e continuação do funcionamento da plataforma. Ao encontrar a sequência compatível, o minerador recebe uma recompensa em bitcoin para cada bloco que ele minerar. Essa recompensa foi criada com a intenção de pagar as pessoas que emprestam poder computacional para manter a rede do bitcoin funcionando.

No bitcoin, foi estabelecido o limite máximo de ~21 milhões de moedas, ou seja, estima-se que no ano de 2140 os bitcoins disponíveis para mineração irão acabar.

Quando o bitcoin “acabar” ele irá perder o valor?

Quando as pessoas descobrem que o bitcoin tem um “fim”, já se perguntam, mas se o bitcoin vai acabar, ele irá perder o valor?

E te dizemos, não, com o passar dos anos, o bitcoin ficará cada vez mais escasso o que faz com que a cripto se torne ainda mais valiosa, como por exemplo, o ouro ou outras coisas como pedras preciosas, por exemplo, que quanto mais raras, maior o seu valor. 

E quando todos os bitcoins forem minerados?

O protocolo do bitcoin tem uma característica interessante, quando ele foi criado pelo Satoshi Nakamoto, foi definido que a cada 4 anos o número de bitcoins disponíveis a cada bloco fosse reduzido pela metade, e o nome disso é Halving. Isso tende a tornar o bitcoin ainda mais forte mantendo o seu valor no mercado e aumentando seu preço, devido a escassez do criptoativo. O primeiro bloco possuía 50 bitcoins, hoje cada bloco possui 12.5 bitcoins e o próximo halving está programado para acontecer em Maio de 2020, onde diminuirá ainda mais a quantidade de criptos a serem mineradas. 

Está cada vez mais próximo do bitcoin chegar ao seu limite máximo atingido, então aproveite para começar a negociar os seus em nossa plataforma, e para mais conteúdos como esse, acompanhe nosso blog e nos siga em nossas redes sociais. 

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Tesouro Direto: taxas de títulos públicos sobem nesta quinta-feira

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentam alta na manhã desta quinta-feira (5), com a escalada da disseminação do coronavírus pesando sobre os mercados. Na véspera, as taxas apresentaram queda com novas apostas no corte da Selic.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de pessoas contaminadas pelo vírus já ultrapassou 93 mil. No Brasil, o número de casos confirmados oficialmente chegou a três, enquanto a Califórnia, nos Estados Unidos, declarou estado de emergência após a primeira morte pela Covid-19 ser reportada.

Em meio ao aumento das preocupações sobre uma desaceleração da economia mundial, o dólar seguiu forte e fechou ontem com alta de 1,6%, a R$ 4,5792, com nova máxima intradiária acima de R$ 4,58.

Diante da valorização da moeda americana, o Banco Central voltou a interferir no câmbio e realizou o leilão de até US$ 1 bilhão em swaps cambiais, depois de já ter vendido US$ 4,5 bilhões em cinco leilões entre os dias 13 e 28 de fevereiro. Por volta das 10h20, contudo, o dólar continuava em alta, de 0,45%, cotado a R$ 4,6004 na compra e R$ 4,6012 na venda.

Após a decisão do Federal Reserve, o banco central americano, de cortar a taxa de juros do país, bem como o comunicado do Banco Central brasileiro, instituições financeiras já apostam em novos cortes na Selic.

É o caso do Bank of America, que anunciou nesta manhã a revisão de sua projeção para a taxa básica de juros em 2020. Agora, o BofA vê a Selic encerrando o ano em 3,50%, com corte de 50 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em março.

Leia também:
• Maior parte dos títulos públicos encerra fevereiro com alta dos prêmios
• Efeito coronavírus: mercado está pronto para novos cortes da Selic em 2020

No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2023 pagava 4,85% ao ano, ante 4,79% a.a. na tarde de quarta-feira (4). O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 35,00 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 875,24.

O Tesouro Prefixado 2026, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 6,11%, ante 6,06% ao ano anteriormente, enquanto o retorno do título com juros semestrais e vencimento em 2031 subia de 6,72% para 6,76% ao ano.

Entre os títulos indexados à inflação, o retorno dos papéis com prazos em 2035 e 2045 avançava de 3,26% para 3,31% ao ano. Já o Tesouro IPCA+ com juros semestrais 2055 pagava 3,48%, ante 3,44% ao ano.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

Guias InfoMoney

Tesouro Direto Tesouro Direto: guia completo para investir em títulos públicos 

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Queda da Bolsa de Valores: devo me desesperar?

Queda da Bolsa de Valores: Filipe Fradinho

No dia 24 de janeiro de 2020, o Ibovespa atingiu sua máxima histórica, com 119.593 pontos. No entanto, nas últimas semanas, as notícias têm sido de constantes quedas da Bolsa de Valores.

Coronavírus, processo de impeachment do presidente dos EUA Donald Trump e, mais recentemente, o estremecimento da relação entre o ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro, são alguns dos motivos que influenciaram nessa queda.

Mas será que é só isso?

De acordo com Filipe Fradinho, analista Clear Corretora, é natural que os patamares em que envolvem números redondos sirvam de suporte e resistência psicológicos. Recentemente os 120.000 pontos foram testados e a bolsa já mostrava uma certeza realização no curto prazo. O patamar mais relevante a ser testado agora é o de 100.000.

“Quando a gente questiona em qual patamar a Bolsa vai chegar em 2020, ninguém fala um número quebrado, naturalmente se arredonda um número como alvo”, explica.

“Então, quando se alcança esse alvo, é normal que haja uma realização de lucros. Por exemplo, o investidor que comprou quando o Ibovespa estava a 80 mil e tem como alvo os 100 mil, vai vender quando o índice chegar nesse patamar. E, naturalmente, muita gente vai fazer isso o que refletirá numa realização da bolsa”, complementa.

Porém, isso não é motivo para desespero. Segundo Fradinho, essa volatilidade é totalmente saudável, já que o Ibovespa teve um crescimento rápido.

“Os papéis esticaram muito no curto prazo. O índice subiu muito. É preciso descansar para buscar novas máximas”, diz o analista.

Para não ficar dúvidas, Fradinho ainda usa alguns exemplos. “Em 10 de julho do ano passado, Ibovespa bateu 105 mil pontos pela primeira vez. Dezenove pregões depois, a Bolsa tinha caído 6%. Trinta e cinco pregões depois, 9%. Mais para frente se recuperou e alcançou uma nova máxima”, conta.

“Nos últimos quatro anos, a Bolsa subiu mais de 170%. Nesse ano, o desempenho é de queda de 0,78%. Do meu ponto de vista, uma retração irrelevante quando comparada com os últimos anos É quase irrelevante em comparação ao todo”, conclui.

Volatilidade

E para aproveitar os altos e baixos da Bolsa, a Clear Corretora é uma opção interessante.

Além da taxa zero de corretagem, a Clear tem uma série de benefícios que auxiliam o investidor a otimizar os lucros.

Todos os dias, o cliente da Clear pode acompanhar gratuitamente, pelo Youtube, três salas com analistas ao vivo falando sobre o mercado. O blog da Clear também é outro diferencial.

O mais importante, no entanto, é o time de analistas: Rafael Ribeiro, Fernando Góes, Wilson Neto, Filipe Fradinho e Charlles Nader.

“Poucas corretoras têm um time que compreende todas essas modalidades: swing trade, opções, tape reading e day trade”, explica Fradinho.

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Disclaimer: CONTEÚDO PATROCINADO CLEAR CORRETORA, que é uma marca da XP INVESTIMENTOS CCTVM S.A . Este material foi elaborado pela CLEAR CORRETORA (“Clear”) e tem caráter meramente informativo, não constitui e nem deve ser interpretado como solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro, investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégias por parte dos destinatários. Os prazos, taxas e condições aqui contidas são meramente indicativas.

As informações contidas neste material foram consideradas razoáveis na data em que ele foi divulgado e foram obtidas de fontes públicas consideradas confiáveis.

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Fundos imobiliários: como tomar boas decisões de investimento em 2020?

fórum gri de fundos imobiliários

Após o recorde de captação registrado em 2019 (de quase R$ 36 bilhões, de acordo com a Anbima) e um movimento de correção no começo deste ano considerado natural pelos especialistas, os fundos de investimento imobiliário (FIIs) devem ter um 2020 bastante positivo.

Uma pesquisa do clube global de empresários e investidores do setor imobiliário GRI Club realizada em fevereiro mostra que 65% esperam evolução no desempenho e na captação dos FIIs no Brasil nos próximos 12 meses. 

“Essa expectativa está em linha com o atual cenário nacional de juros baixos – aliás, a Selic mais baixa da história do País – e com a perspectiva de manutenção desse quadro. É natural que os investidores cada vez mais busquem alternativas à tradicional renda fixa como forma de diversificar seus investimentos e obter maiores retornos, e os fundos imobiliários são uma escolha estratégica nesse sentido “, diz Robinson Silva, líder do GRI Club para Mercado Imobiliário no Brasil. 

De olho nessa realidade, o GRI Club decidiu antecipar, do segundo para o primeiro semestre de 2020, o Fórum GRI de Fundos Imobiliários, maior evento dedicado à disseminação de conhecimento sobre o mercado de fundos imobiliários no País, já na sua terceira edição anual.

“Será uma oportunidade única de reunir mais de mil investidores, as principais gestoras de FIIs e especialistas desse mercado, em um dia de programação intensa para discutir estratégias de investimento, projeções de performance e o potencial dos fundos de cada segmento imobiliário. O objetivo central é que os investidores ganhem expertise para tomar decisões melhores ao aplicar seu dinheiro”, afirma Silva. 

Fórum GRI de Fundos Imobiliários 

O Fórum GRI de Fundos Imobiliários acontece em 24 de março em São Paulo, no Hotel Transamérica, zona Sul da cidade.

O evento propõe trazer conhecimento e disseminar informações decisivas para quem já investe ou planeja investir em fundos imobiliários.

A programação é robusta e o público deve ir preparado para um dia de imersão em assuntos essenciais à tomada de decisão sobre tipo de aplicação financeira.  

Já estão confirmados como palestrantes líderes das mais respeitadas gestoras de FIIs e instituições relacionadas a esse mercado, como Credit Suisse, BV Asset (antiga Votorantim Asset Management), Fortesec, Habitat Capital Partners, Integral Brei Real Estate, Mauá Capital, RB Capital, Vinci Partners, Ourinvest Real Estate, Kinea Investimentos, XP Asset Management, Rio Bravo, B3 e Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Participam também especialistas em investimentos e finanças, a exemplo do professor Arthur Vieira de Morais, da fundadora da iniciativa ‘Mulheres do Imobiliário’, Elisa Tawil, e do fundador do Clube FII, Rodrigo Cardoso de Castro.  

Haverá painéis e workshops práticos sobre as melhores oportunidades de investimentos no ano, o potencial dos FIIs de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), dos FIIs corporativos e de shoppings e dos fundos de fundos, e ainda desafios em torno da regulamentação dos fundos imobiliários no Brasil. 

Na abertura, os economistas Gustavo Franco (Rio Bravo Investimentos), Ilan Goldfajn (Credit Suisse) e Gustavo Loyola (Tendências Consultoria Integrada) analisam as perspectivas macroeconômicas do País. 

A programação completa está no site do evento. As vagas são limitadas e as inscrições são feitas exclusivamente online, no próprio site do encontro.  

Quer saber mais?

Sobre o GRI Club 

O Fórum GRI de Fundos Imobiliários é realizado pelo GRI Club, um clube global que reúne os principais empresários, investidores e altos executivos dos setores imobiliário e de infraestrutura.

Fundado em 1998, o GRI Club está presente em mais de 25 países.

No Brasil, atua desde 2010, conectando as lideranças desses mercados e favorecendo oportunidades reais de negócios.

Nesse contexto, mais de 4 mil executivos e altas lideranças participam anualmente dos encontros do clube pelo mundo. 

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quinta-feira, 5 de março de 2020

Com novas apostas de corte da Selic, taxas de títulos públicos recuam nesta quarta-feira

SÃO PAULO – As taxas dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, seguem em queda na tarde desta quarta-feira (4), com investidores apostando em novos cortes da Selic já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), neste mês.

Até então restrita a poucas instituições, a perspectiva de nova flexibilização monetária pelo Banco Central ganhou força após o Federal Reserve, o banco central americano, anunciar uma redução de juros de 0,50 ponto percentual, para a faixa de 1% a 1,25% – o primeiro corte emergencial de juros desde a grande crise financeira de 2008.

O encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) estava agendado apenas para os dias 17 e 18 de março, mesma data em que o Copom se reúne para decidir o rumo da taxa básica de juros no Brasil.

Após a decisão e depois do fechamento do pregão, o Banco Central brasileiro divulgou um comunicado, no qual disse que as próximas semanas permitirão avaliar mais precisamente o efeito coronavírus na economia, o que corroborou a tese de que novos cortes na Selic podem estar por vir e reforçou posições no mercado futuro de juros em direção ao movimento.

O InfoMoney conversou com economistas de diversas instituições financeiras do país sobre a redução de juros nos EUA e o futuro da Selic diante do coronavírus. Confira a matéria completa aqui.

Na agenda de indicadores desta quarta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou pela manhã o desempenho do Produto Interno Bruno (PIB) brasileiro, que cresceu 1,1% e totalizou R$ 7,3 trilhões em 2019. O resultado ficou em linha com o esperado pelo consenso Bloomberg. Apenas no quarto trimestre, a economia cresceu 0,5%, no comparativo com o trimestre anterior, também conforme o estimado.

Já nos Estados Unidos, investidores repercutem a vitória de Joe Biden na Super Terça das primárias do Partido Democrata, levando nove dos 14 estados em disputa. Seu perfil é tido como mais moderado que o do senador Bernie Sanders, o que agrada o mercado.

Leia também:
• Maior parte dos títulos públicos encerra fevereiro com alta dos prêmios
• Mercado começa a trabalhar com novo corte da Selic em meio a preocupações com coronavírus

No Tesouro Direto, o título prefixado com vencimento em 2023 pagava 4,79% ao ano, ante 4,86% a.a. na tarde de terça-feira (3). O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 35,05 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) ou adquirir o título integralmente por R$ 876,49.

O Tesouro Prefixado 2026, por sua vez, oferecia um prêmio anual de 6,06%, ante 6,08% ao ano anteriormente.

Entre os títulos indexados à inflação, o retorno do papel com prazo em 2026 recuava de 2,48% para 2,41% ao ano, enquanto o Tesouro IPCA+ 2035 pagava 3,26% ao ano nesta tarde, ante 3,28% a.a. ontem.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

Guias InfoMoney

Tesouro Direto Tesouro Direto: guia completo para investir em títulos públicos 

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Efeito coronavírus: mercado está pronto para novos cortes da Selic em 2020

SÃO PAULO — Apesar de esperado, o corte emergencial de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros dos Estados Unidos, anunciado hoje pelo Federal Reserve, pegou boa parte do mercado de surpresa. A reunião de política monetária do banco central americano está marcada para os dias 17 e 18 deste mês.

O recuo da Fed Funds Rate para o intervalo entre 1% e 1,25% ao ano é uma tentativa da autoridade monetária americana de combater os efeitos negativos do surto de coronavírus no PIB daquele país. E o anúncio teve impacto no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil, onde alguns economistas revisaram suas projeções para a Selic.

É o caso dos economistas do Asa Bank, liderados por Carlos Kawall, que na última segunda-feira revisaram as projeções para três cortes seguidos da Selic na magnitude de 0,25 ponto percentual a partir de maio e, hoje, revisaram novamente os seus números.

Agora, a casa prevê um corte de juros de 0,50 ponto percentual na próxima reunião do Copom, também nos dias 17 e 18 de março, para 3,75% ao ano. A decisão deve ser seguida por mais um corte de 0,25 ponto percentual, com a Selic atingindo 3,50% em maio — patamar que deve permanecer até o final de 2021, segundo o Asa.

O Goldman Sachs também revisou sua expectativa e, agora, espera dois novos cortes de 0,25 ponto percentual na Selic, nas reuniões de março e maio, terminando o ano a 3,75%. A equipe de economistas do banco ainda cortou a projeção de PIB para o Brasil de 2,2% para 1,5% neste ano.

Antes do anúncio de hoje do Fed, gestores ouvidos pelo InfoMoney já começavam a sinalizar novos possíveis cortes na Selic em meio aos efeitos negativos da escalada do coronavírus no mundo. Márcio Appel, sócio e fundador da Adam Capital, disse que não há motivos para o BC parar de cortar os juros. “Todas as variáveis indicam isso.”

No fim da tarde de hoje, o Banco Central do Brasil divulgou um comunicado no qual disse que as próximas semanas permitirão avaliação mais precisa do efeito coronavírus na economia, o que corroborou a tese de que novos cortes na Selic estão por vir, segundo analistas.

O InfoMoney entrevistou economistas de diversas instituições financeiras do país sobre a redução de juros nos EUA e o futuro da Selic diante do coronavírus. As entrevistas foram feitas após a decisão do Fed, mas antes do comunicado do BC brasileiro sobre juros. Veja a avaliação de cada um abaixo.

Porto Seguro Investimentos

O economista-chefe da Porto Seguro Investimentos, José Pena, reduziu a projeção para a Selic neste ano. Antes, ele esperava que a taxa fosse terminar 2020 nos atuais 4,25% ao ano. Agora, espera dois cortes sucessivos de 0,25 ponto percentual a partir deste mês, que levariam a taxa para 3,75%.

Ao mesmo tempo, a projeção para o crescimento do PIB caiu de 2,5% para 1,8% em 2020, enquanto a expectativa para a taxa de câmbio subiu de R$ 4,25 para R$ 4,50. Já para a inflação, ele elevou sua projeção de 3,10% para 3,20% no ano.

Para Pena, o Fed surpreendeu no timing, mas não na decisão de cortar os juros. “O mundo foi para o Carnaval de um jeito e saiu completamente diferente”, ressalta, apontando que a percepção de que a forte queda dos preços dos ativos seria seguida de uma rápida recuperação foi alterada.

“Agora, a economia deve levar mais tempo para se recuperar, porque, além da China, outras economias importantes começam a ser afetadas.”

Além do efeito direto do vírus na atividade, o economista lembra do impacto sobre a confiança dos agentes econômicos. “Acho que está havendo um processo de deterioração de expectativas, mas, além de baratear o preço do dinheiro, ao cortar os juros, o Fed oferece uma espécie de conforto para os agentes econômicos, no sentido de estar preparado e disposto a usar o que tiver a ser alcance, sua munição, que não é muita, para mitigar efeitos do impacto negativo do coronavírus.”

Garde Asset

Na avaliação de Daniel Weeks, economista-chefe da Garde Asset, o corte promovido pelo Federal Reserve era necessário, dado o ambiente de “choque” por conta do coronavírus. “Não é a solução para todos os problemas, mas ajuda.”

Weeks cita o comunicado divulgado pela teleconferência do G7, sobre as reações que seriam tomadas pelas autoridades monetárias ao redor do mundo, e diz que a reação do Fed, tida como positiva, ocorreu mais cedo que o imaginado.

“Foi uma boa decisão e devem vir novos cortes”, afirmou Weeks, que espera um novo corte pelo banco central americano já na próxima reunião.

“O Fed inaugurou uma temporada de flexibilização monetária no mundo todo, vai diferenciar quem tem mais espaço. O BC europeu, por exemplo, não tem muita munição, mas os EUA devem cortar mais juros. E no Brasil não vai ser diferente”, destaca.

Segundo o economista, o Copom deve cortar a Selic em 0,50 ponto percentual na próxima reunião e em 0,25 ponto percentual na de abril, levando a taxa básica de juros para 3,5% ao fim de 2020. Até segunda-feira (2), o cenário-base da Garde era de Selic estável em 4,25% ao longo do ano.

“O choque do coronavírus muda os riscos, por conta de uma atividade e inflação mais fracas, então não faz sentido continuar conservador. O BC deve reagir logo, assim como o Fed”, disse, ressaltando apenas que não deve haver uma decisão emergencial no Brasil como aconteceu nos EUA.

Para o PIB, a projeção anterior era de um crescimento de 2,5%. Com o evento, as expectativas caminham agora para uma expansão perto de 2%. Com relação à inflação, a Garde vê o indicador em 2,75% neste ano e 3,3% em 2021.

Credit Suisse

Para Lucas Vilela, economista do Credit Suisse, o corte de juros do Fed já era esperado, mas a surpresa ficou com o timing do anúncio, antes da reunião oficial do Fomc (comitê de política monetária do Fed).

“Na semana passada, o presidente do Fed, Jerome Powell, já tinha sinalizado que a instituição poderia agir a qualquer momento. Nossos cenários macroeconômicos para os Estados Unidos já precificavam um corte, por isso foram mantidos.”

O banco espera um crescimento de 1,7% da economia americana neste ano. O dado foi revisado de 1,8%. “Por enquanto, não esperamos mais nenhum corte do Fed neste ano. Mas os economistas do banco nos Estados Unidos podem revisar este cenário.”

Para o Brasil, Vilela revisou as projeções para a Selic após a decisão do Fomc. “A gente via manutenção [em 4,25% ao ano] em março e, agora, a gente vê espaço para corte de 0,25 ponto percentual em março e mais 0,25 ponto percentual em maio, terminando o ano em 3,75%.”

A projeção de crescimento da economia brasileira já havia sido cortada pelo banco recentemente, de 2,3% para 2%, considerando o impacto negativo do coronavírus. Para 2021, há expectativa de alta de 2,7% do PIB do país.

“Nos Estados Unidos, há uma preocupação mais global, por isso a antecipação do anúncio de corte de juros faz sentido. Aqui, o foco é mais doméstico. A redução de juros no Brasil impacta muito mais o mercado local do que a economia mundial”, diz. “Ainda é cedo para rever a projeção de crescimento do PIB em 2021, mas estamos monitorando.”

ARX

Para Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos, mesmo com a decisão de corte dos juros pelo Fed, ainda é cedo para começar a precificar uma queda da Selic no Brasil.

“Aumenta a chance, mas, se a incerteza global diminuir e as condições financeiras no exterior estiverem mais frouxas, não haveria motivos para queda adicional da Selic, na minha opinião”, destaca.

A economista avalia que só haverá espaço para mais afrouxamento no mercado doméstico se o risco de desaceleração global continuar alto, a despeito dos estímulos fiscais e monetários do G7.

Azimut

Na visão de Helena Veronese, economista-chefe da Azimut Brasil Wealth Management, a decisão do Fed em si não chegou a ser tão inesperada, dado que o mercado já “flertava com um corte de juros”.

O foco da ação, contudo, não está na atividade, mas, sim, nos mercados. “Uma política monetária frouxa não vai fazer com que as fábricas voltem a operar, que a atividade volte a crescer. O impacto imediato é nos mercados acionários”, assinala a economista, ressaltando que, se dependesse do ritmo da economia, os Estados Unidos não demandariam um novo corte de juros.

Ainda que não queira classificar a decisão como precipitada, Helena acredita que o Fed poderia ter aguardado a próxima reunião oficial, em 18 de março, para o anúncio. E tudo leva a crer, em sua avaliação, que o banco central americano terá espaço para levar adiante novos cortes, assim como outras autoridades monetárias.

No Brasil, por ora, a Azimut Brasil Wealth Management mantém o cenário de juros estáveis em 4,25% ao ano em 2020, mas a economista-chefe admite que a decisão do Fed abre espaço para um novo corte da Selic e que há a possibilidade de mudança do cenário-base.

Do ponto de vista de alocação, a gestora segue com uma perspectiva positiva para a Bolsa brasileira. “Não alteramos nosso cenário de alocação. Antes do coronavírus, tínhamos uma visão construtiva para a Bolsa, com a recuperação doméstica em curso e com uma estabilizada na desaceleração internacional. Óbvio que [a epidemia] vai afetar atividade do mundo, inclusive o Brasil, mas nosso cenário para a Bolsa não mudou.”

BNP Paribas

A equipe do BNP Paribas revisou, há duas semanas, seu cenário-base para Brasil, depois de um corte na previsão de crescimento chinês, de 5,7% para 4,5%, que desencadeou mudanças ao redor do mundo.

A projeção para o crescimento brasileiro diminuiu de 2% para 1,5%. Diante do impacto desinflacionário da epidemia de coronavírus, o economista-chefe Gustavo Arruda, do BNP Paribas no Brasil, o banco passou a embutir três cortes da Selic de 0,25 ponto percentual cada em seu cenário, levando a Selic para 3,5% neste ano.

Por ora, a expectativa é de que os cortes comecem em junho, mas Arruda não descarta uma antecipação por parte do Banco Central brasileiro.

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Itaú reduz taxa de juros de empréstimo com garantia de imóvel

São Paulo – O Itaú Unibanco anunciou, nesta quinta-feira (5), a redução da taxa de juros do crédito com garantia de imóvel (home equity). Dessa maneira, a taxa do empréstimo caiu de 1,08% ao mês +Taxa Referencial (TR) ao mês para 0,99% ao mês + TR.

Para contratar a linha de crédito o consumidor precisa ter imóvel quitado e ser cliente do banco. O prazo do empréstimo é de até 10 anos e o valor emprestado é de até 60% do imóvel.

“O valor do crédito com garantia de imóvel pode ser utilizado para realizar projetos, como a abertura de um negócio ou a reforma do próprio imóvel, sem a necessidade de se desfazer dos bens para obter os recursos. Pode ser ainda a opção ideal para novos investimentos e, especialmente, para a quitação de dívidas mais caras”, afirma Cristiane Portella, diretora do Itaú Unibanco.

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Como comprar ações da CVC (CVCB3); passo a passo para investir

A CVC (CVCB3) é uma empresa que chama atenção dos investidores devido ao seu grande porte e intenso apetite por aquisições.

Contudo, nos últimos meses, as ações da companhia vêm sofrendo na Bolsa, registrando forte queda em meio à maior concorrência, perspectiva de redução da demanda por viagens por conta do surto do coronavírus no mundo e, por último, pelo anúncio de indícios de erros em seus balanços publicados entre 2015 e 2019, com potencial de impactar o resultado da companhia do quarto trimestre de 2019.

Para quem deseja virar acionista da CVC, vale a pena conferir um pouco da história desta empresa e quais fatores devem influenciar seus negócios nos próximos anos antes de tomar uma decisão.

O que você deve saber antes de comprar

Fundada em 1972, a CVC começou suas atividades no setor de excursões rodoviárias, em Santo André (SP). De lá para cá, muita coisa mudou. Uma das grandes transformações ocorreu em 2009, quando o fundo de private equity Carlyle comprou o controle da empresa.

Nesta época, teve início uma reestruturação que culminou na abertura de capital da CVC na bolsa de valores B3, em 2013. A partir daí, a empresa iniciou uma fase de aquisições de outras companhias para acelerar seu crescimento e diversificar suas atividades.

Vale lembrar que desde 2016 a empresa não tem um controlador, e seu capital é pulverizado na bolsa.

Hoje em dia, a companhia atua em três diferentes áreas: viagens de lazer, viagens de intercâmbio e viagens corporativas. Sua receita líquida em 2018 passou de R$ 1,5 bilhão.

Veja como o valor de mercado da empresa se comportou ao longo do tempo:

Existem alguns fatores que exercem grande influência sobre os negócios da CVC e devem ser acompanhados pelos seus investidores. Confira quais são os principais:

Apetite por aquisições

A CVC ficou conhecida por fazer aquisições de outras companhias nos últimos anos, e este assunto deve estar no radar dos seus acionistas. Em apresentação aos investidores no final de 2019, a administração da empresa reafirmou que fusões e aquisições estão entre os seus pilares estratégicos.

Os principais focos são o crescimento em nichos complementares de atuação e compras em países da América Latina com oportunidades de expandir o negócio.

A empresa deu início à temporada de compras em 2015, com a aquisição Submarino Viagens e de 51% da RexturAdvance, que atua no segmento corporativo.

Outros marcos foram as primeiras compras no exterior, com participações nas empresas argentinas Bibam Group e Ola, e da brasileira Esferatur. No final de 2019, foi a vez da compra da Almundo, que tem presença na Argentina, no Brasil, na Colômbia e no México.

Melhorias no online

Outro assunto relevante para quem deseja investir na CVC é o esforço da empresa para aumentar as vendas nos canais digitais, acompanhando uma tendência do mercado. Além de maior geração de tráfego e transações online, a companhia pretende melhorar sua plataforma online e a qualidade da jornada do cliente.

Um dos fatores que vão ajudar a empresa neste projeto é a sua integração com a Almundo, empresa comprada em 2019, que tem grande eficiência em canais digitais.

Influência da economia

Por ser uma empresa ligada ao consumo e ao poder de compra das famílias, a CVC tem seu desempenho relacionado ao comportamento da economia. Portanto, é de se esperar que uma retração na economia tenha um impacto negativo sobre o negócio da empresa, assim como uma onda de crescimento econômico beneficiará as suas vendas.

Quem investe em CVC deve estar atento a estes movimentos para poder compreender melhor o comportamento das ações da empresa na bolsa de valores.

Passo a passo para comprar

Se você ficou interessado em comprar ações da CVC, confira o passo a passo que deve seguir antes de tomar uma decisão.

Avalie seu perfil de investidor

Comprar ações de empresas abertas significa enfrentar volatilidade. Mesmo que o investidor estude e entenda os fundamentos do negócio, o preço das ações varia ao sabor do mercado. Uma notícia negativa sobre a empresa ou um dia turbulento para o mercado acionário pode ser o suficiente para reduzir o preço da ação.

A melhor forma de minimizar estes riscos é investir pensando no longo prazo e esperar um momento favorável para vender. Caso contrário, o acionista corre o risco de precisar vender a ação por um valor mais baixo do que comprou. Avalie com calma qual é o seu perfil e por quanto tempo você pode deixar o dinheiro aplicado.

Acompanhe empresa

Para ficar mais seguro na hora de comprar ações da CVC, acompanhe o noticiário sobre a companhia e leia os relatórios de análise feitos pelas corretoras e casas de análise.

Ficar de olho na divulgação dos resultados trimestrais também é uma maneira de ficar bem informado. Outra prática recomendável é acompanhar o comportamento dos papéis diretamente pelo home broker.

Abra uma conta em uma corretora

Para comprar ou vender ações, é preciso ter uma conta em uma corretora. Existem mais de 80 instituições autorizadas pela B3. Verifique as taxas de corretagem, que são cobradas sempre que comprar ou vender uma ação – pode ser um valor fixo ou percentual sobre a operação.

Corretoras como a Clear não fazem essa cobrança. Quanto menor for esse custo, menor o impacto sobre o resultado das operações. Depois que a conta estiver aberta, envie dinheiro para a corretora por meio de uma transferência (TED ou DOC) a partir do seu banco.

Depois, acesse o home broker – sistema de negociação online – ou ligue para a mesa de operações e passe sua ordem. Nesse momento, você terá de informar quantas ações quer comprar e a que preço.

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App do Nubank agora tem recarga de celular com cartão de crédito

São Paulo — A partir desta semana, clientes do Nubank poderão utilizar o aplicativo para recarregar celulares pré-pagos com o cartão de crédito do banco digital. A função já estava disponível na opção débito para os clientes com a Nuconta, conta corrente sem taxas.

Agora, a empresa vai começar a testar a função em uma parcela dos seus clientes até atingir toda a sua base. Para recarregar o celular, o cliente só precisa inserir o número de telefone, o nome da operadora e o valor. Depois poderá escolher a forma de pagamento — cartão de crédito ou débito na conta do Nubank — e digitar a senha.

Se escolher a opção crédito, o valor será acrescentado à próxima fatura do cartão de crédito do “roxinho”.

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Só existem mais 3 milhões de bitcoins a serem minerados no mundo

Você sabia que o bitcoin não é infinito? 

Pois é, não são muitos lugares que você encontra falando sobre isso, mas te explicaremos por aqui esse detalhe da tecnologia do bitcoin, como funciona, qual o limite máximo que ele pode atingir e o que acontecerá quando ele for de fato atingido, pois só existem mais 3 milhões de bitcoins a serem minerados no mundo.

Quando o código do bitcoin foi escrito por Satoshi Nakamoto, ele estipulou que só seria possível ter ~21 milhões de unidades da criptomoeda, nesse caso o bitcoin. Atualmente temos cerca de 18 milhões em movimentação na internet, ou seja, só restam 3 milhões de bitcoins a serem minerados, ou como muitos preferem falar (descobertos), e essa proximidade do atingimento do limite máximo da criptomoeda pode causar um aumento estrondoso da cripto, pois sabemos que quanto mais escassez, maior a tendência de valorização em cima do ativo.

Halving do bitcoin  

A cada ~4 anos, a quantidade de bitcoins criados é reduzida pela metade, ou seja, os mineradores cada vez ganham menos recompensas em bitcoin para ajudar na segurança da rede. Essa redução na produção de bitcoins é chamada de “halving”. 

Essa escassez do bitcoin já o diferencia do dinheiro fiduciário (dólar, euro, real), que os governos gostam de deixar em constante expansão, podendo encorajar a inflação e aumentar a oferta de moeda ocasionando a desvalorização.

Mas 21 milhões de bitcoins não é pouco?

Algumas pessoas podem pensar que “apenas 21 milhões de bitcoins” em circulação é muito pouco comparado ao número de pessoas no mundo, mas na verdade não é. 

Levando em conta que a base monetária do bitcoin é divisível por 8 casas decimais (após a vírgula), mais especificamente 1 bitcoin inteiro tem 100 milhões de satoshis (nome dado a menor fração de btc). Essa divisibilidade é uma das grandes vantagens dele em relação a outros ativos, como por exemplo, o ouro, que se fossemos dividir 1g para 10 pessoas é algo tecnicamente muito difícil de se fazer.

O que se espera no futuro do bitcoin? 

Uma estimativa é que todos os bitcoins sejam minerados até o ano de 2140 e quando isso acontecer, não significa que o bitcoin irá acabar ou deixar de existir, apenas que não serão gerados novos bitcoins, mantendo só o que estará em circulação no mercado.

Além das recompensas pelo processo de mineração, o bitcoin também fornece fees (comissões) por transações para os mineradores, o que hoje em dia isso representa uma pequena fração do que os mineradores ganham, mas futuramente isso pode mudar. 

Apesar de receberem uma recompensa menor, conforme o valor do criptoativo pode compensar, portanto é provável que essas comissões aumentem à medida que o valor do bitcoin aumente também.        

Eai, ficou surpreso com essas informações? Para mais conteúdos educativos com esse, acompanhe nosso blog e nos siga em nossas redes sociais.

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Fundo imobiliário de locação residencial sob demanda estreia na Bolsa com alta de 2,5%

SÃO PAULO – Com foco no aluguel de imóveis residenciais sob demanda, o fundo imobiliário Housi estreou na Bolsa nesta terça-feira (3) sob o código HOSI11 e registrou alta de 2,5%, cotado a R$ 98,95. No dia, o Ifix (índice que replica o desempenho dos principais FIIs) teve valorização de 0,46%.

Administrado pela Vortex, o fundo captou R$ 57,3 milhões. Segundo informações da B3, o montante será destinado à aquisição de imóveis residenciais ou comerciais para locação ou venda, a serem administrados pela startup.

Leia também:
• JFL, a empresa que está faturando com aluguéis de imóveis a partir de R$ 6.500
• OLX anuncia compra Grupo Zap por R$ 2,9 bilhões

A Housi é uma plataforma digital, spin-off da construtora Vitacon, que permite uma flexibilização do tempo de moradia, dando ao cliente a possibilidade de escolha do tempo de permanência, com o mínimo de um dia.

No site, o investidor pode cadastrar seu imóvel, ter o local mobiliado pela empresa e divulgado em diferentes plataformas, como Airbnb e Booking.

Segunda tentativa

Esta não é a primeira vez que a Housi tentar entrar no mercado de capitais. Em 2019, o FII tinha como objetivo uma meta de captação mais ambiciosa, de R$ 350 milhões. Os estruturadores diziam que lançariam o fundo caso atingissem o piso de R$ 150 milhões.

Sem pedidos de reserva suficientes, a decisão foi por alterar o limite mínimo desejado para R$ 50 milhões. Mas a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendeu, de forma temporária a operação, exigindo um tempo maior para que os investidores repensassem seus aportes, dada a mudança dos termos da oferta.

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JFL, a empresa que está faturando com aluguéis de imóveis a partir de R$ 6.500

SÃO PAULO – Começar a operação de uma empresa em plena crise econômica não é tarefa fácil. Ainda que as oportunidades possam aumentar justamente nesses contextos, ter coragem para enfrentar um ambiente recessivo, de baixa confiança e investimentos é para poucos.

Mas foi exatamente o que a JFL Realty, uma incorporadora e gestora de ativos imobiliários, decidiu fazer quando deu seu primeiro passo, cinco anos atrás.

“A gente começou a comprar os ativos em 2015, quando falar em mercado imobiliário era palavrão, falar de fundo investimento imobiliário era palavrão, falar de alavancagem para o setor era palavrão. O que a gente não imaginava era que essa oportunidade iria ficar muito maior”, conta Carolina Burg, CEO da JFL Living.

Marca de “long stay” da JFL Reality, a JFL Living atua no mercado residencial de alto padrão, atualmente apenas em São Paulo.

A executiva participou do quinto episódio do podcast “Banco Imobiliário”, no qual explicou como esse mercado está estruturado hoje, onde estão seus imóveis, qual o custo dos pacotes de locação e como enxerga a concorrência.

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Com uma atuação ao lado dos sócios Jorge Felipe Lemann, filho do empresário Jorge Paulo Lemann, e Guilherme Vilazante, Carolina conta que o preço de entrada na empresa corresponde a R$ 6,5 mil ao mês, no caso de um apartamento de 36 metros quadrados.

Há unidades, contudo, de mais de 200 metros, com preços de locação que acompanham o aumento da dimensão, superando os R$ 30 mil ao mês.

A ideia, diz a executiva, é que as pessoas se sintam em casa. Por isso, os pacotes, ou custos de ocupação como Carolina nomeia, incluem aluguel, condomínio, IPTU e contas de luz e água, assim como roupa de cama, faqueiro, café da manhã, serviço de limpeza, internet e lavanderia, entre outros.

Trata-se de um contrato típico de locação residencial, com o período mínimo de permanência estabelecido em um mês.

O portfólio totaliza mais de 600 unidades em imóveis residenciais para locação, com perfis variados de inquilinos, como recém-separados, recém-casados e pessoas de fora de São Paulo que vem à cidade mais de dez vezes por mês.

Com um mercado em recuperação, Carolina diz que se preocupa com a volta de uma euforia e de não conseguir comprar ativos com a mesma rentabilidade.

Além de seguir em busca de bons imóveis, está nos planos da empresa realizar um IPO ou montar um fundo imobiliário, o que poderia permitir a entrada de novos investidores nos projetos.

Apresentado por Marcelo Hannud, sócio especialista em mercado imobiliário da XP Asset, e por Beatriz Cutait, editora de Investimentos do InfoMoney, o “Banco Imobiliário” pode ser ouvido nas plataformas Apple Podcasts,  Spotify, Deezer, Spreaker, Google Podcasts, Castbox e demais agregadores de podcast. Você ainda pode conferir o programa na íntegra em nosso canal no YouTube.

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